17 de dez de 2015

Os Dramas Coreanos que Marcaram 2015 (Parte 2)


Seguindo com a lista dos dramas mais significativos do ano (para mim, é claro), falemos de thrillers, sageuks e as últimas surpresas da temporada...


Assembly (KBS, 20 episódios), Jeong Jae-young, Song Yoon-a e Taecyeon.

Assembly é um drama político excepcional, tanto por sua trama robusta e envolvente, como pela presença inédita de um dos maiores atores do cinema coreano, o fantástico Jeong Jae-young.

Apesar da tvN levar o mérito de inovação, os canais abertos tradicionais procuraram manter o frescor temático, com um leque de estórias interessantes para todos os tipos de público. Os dramas Assembly (KBS) e The Village: Acchiara´s Secret (SBS) são dois exemplos do esforço meritório de duas grandes redes de TV em apresentar produtos diferenciados, embora a resposta do público tenha sido francamente decepcionante. Os embates políticos entre Jeong Jae-young e Jang Hyeon-seong foram dramáticos e estimulantes... Mas memorável mesmo é o encontro explosivo entre Jeong Jae-young e Song Yoon-a, um ‘quase’ casal perfeito... Quem sabe numa próxima oportunidade...

 
The Village: Achiara´s Secret (SBS, 16 episódios), com Moon Geun-young, Yook Seong-jae, On Joo-wan, Kim Min-jae.

Tome nota de dois nomes: Park Eun-seok e Choi Jae-woong. O Segredo de Acchiara foi o drama mais prolífico em termos de revelação de novos talentos (talvez com exceção apenas de Six Flying Dragons). Os fãs (que não são poucos) de Moon Geun-young (Painter of the Wind) devem ter ficado chateados com a aparição apagada da atriz, diante de tantas atuações marcantes do resto do elenco. Na verdade, em uma entrevista muito esclarecedora, o PD Lee Yong-suk revelou que Moon Geun-young entendeu que seu personagem iria repartir sua importância com muitos outros na trama. Moon Geun-young é experiente o bastante para saber dar espaço, com elegância, para seus colegas brilharem. E não há como negar que este drama foi dominado por duas atrizes: Sin Eun-kyeong (Oh My Ghostess) e Han Hee-jin (Scholar Who Walks the Night). Yook Seong-jae e Kim Min-jae também formaram uma dupla adorável, e quase mereciam um spin off só para eles. Outro ator fantástico que acabou um tanto ofuscado foi On Joo-wan (Punch), mas sua atuação não poderia ser mais correta, com o material que lhe foi presenteado. Por falar em presente, quem ganhou a sorte grande, no final das contas, foi o desconhecido (até então) Choi Jae-woong. Ator de teatro e musicais, Choi Jae-woong foi o único a aceitar o desafio (outros atores convidados rejeitaram o convite) de encarnar o misterioso travesti conhecido apenas como ‘ahjussi’. Outro ator que deixou uma ótima impressão foi Park Eun-seok, no papel do torturado professor de artes plásticas Nam Geon-woo.

The Village: Achiara´s Secret tem referências tão amplas como o filme “O Silêncio dos Inocentes”, ou a série Cult “Twin Peaks”. Da ambientação, à trilha sonora, da direção com toques cinematográficos, ao elenco impecável,  Achiara´s Secret merece estar no Top 5 dos melhores dramas do ano, e entre as melhores de todos os tempos.


Bubblegum (tvN), com Lee Dong-wook, Jeong Ryeo-won e Lee Jong-hyuk.

Bubblegum foi o melhor presente de fim de ano que um fã de dramas poderia pedir. A tvN surpreende mais uma vez com este drama romântico, divulgado sem estardalhaço, como mais uma de suas belas produções indie. Até aqui, Oh My Ghostess estava no topo da minha lista de comédias românticas do ano, e de melhor casal, mas com a estreia de Bubblegum, tive de mudar de opinião. Mesmo quem não simpatiza com Lee Dong-wook, se assistir Bubblegum, terá de admitir a atuação brilhante do rapaz. Há tantas cenas cruciais em que as espressões faciais do ator dizem mais do que mil palavras... É impressionante o quanto Lee Dong-wook evoluiu como ator, e o quanto este drama (e a influência direta do PD Kim Byeong-soo e da roteirista Lee Mi-na-I) foi importante em sua carreira. Lee Dong-wook e Jeong Ryeo-won formam um casal tão real, tão convincente, que nos apaixonamos por eles, e por sua emocionante estória de amor. Ah, e o beijo ‘bubblegum’ é o mais sexy do ano!


Oh My Venus (KBS, 16 episódios) com So Ji-sub, Shin Min-a.

Ainda não cansou de estórias românticas? Depois de Oh My Ghostess, She Was Pretty, Warm And Cozy, Twenty Again, ainda sobrou espaço para uma boa comédia romântica, e provavelmente com o casal mais bonito do ano, So Ji-sub e Shin Min-a. Oh My Venus começou morno, previsível, mas o clima vem esquentando entre a advogada gordinha Joo-eun (uma vez conhecida como Venus de Daeju) e o personal trainer/chaebol Yeong-ho. Shin Min-a (Arang and the Magistrate) está encantadora como sempre, mas quem rouba a cena é So Ji-sub (A Company Man) com sua beleza etérea e seu olhar sofredor que desperta instintos não confessáveis na mulherada. Tanta beleza deveria dar cadeia!


Hidden Identity (tvN, 16 episódios), com Kim Beom, Park Seong-woong, Kim Tae-hoon.

Um drama para fãs incondicionais de Kim Beom (eu preferia ouvi-lo cantar de novo, ou atuar numa comédia romântica).

Quem curte um bom drama policial, ou thriller teve poucas opções este ano, mas cada emissora ofereceu ao menos um título interessante. A tvN já produziu dramas policiais melhores que Hidden Identity, mas eu curti está série, mais pelo elenco do que pela trama. Kim Beom é um policial traumatizado com o assassinato brutal da noiva, e busca vingança a qualquer preço. Seus parceiros bem que tentam acalmar sua ira, mas, como diz o ditado, a vingança é cega... Destaque para o charmoso Park Seong-woong, que acaba de voltar à telinha com um papel bem diferente, no drama Remember: war of the son.


Mrs. Cop (SBS, 18 episódios), com Kim Hee-ae, Kim Min-jong, Son Ho-jun, Lee Da-hee.

Mrs. Cop foi sem dúvida o melhor drama policial do ano, tanto que a SBS está pensando seriamente numa nova temporada para muito em breve. Enquanto isso, ficamos com a lembrança da unidade especial de combate ao crime chefiada pela durona Choi Yeong-jin, - mais um papel memorável da atriz Kim Hee-ae (Midas). Numa mistura interessante de drama policial e familiar, Mrs. Cop mostra as dificuldades que uma mulher enfrenta para conciliar a carreira exigente de policial com a de mãe solteira.


Last (jTBC, 16 episódios), com Yoon Kye-sang, Lee Beom-soo.

Apesar da expectativa com a adaptação do webtoon Awl, fiquei muito mais satisfeita com a versão live action do manhwa Last (de Kang Hyeong-gyu), muito bem adaptada pelo roteirista Han Ji-Hoon (Time Between Dog and Wolf). A direção, a cargo de Jo Nam-gook (The Chaser) é impecável, e o carinho e respeito com os atores e seus respectivos personagens é visível. Yoon Kye-sang (The Greatest Love) e Lee Beom-soo (Triangle) brilham em um duelo de forças (e egos), apoiados por suas respectivas “gangues” de atores igualmente geniais. Se você quer fazer seu namorado gostar de dramas, uma boa dica é apresentá-lo a Last – ele vai querer mais!


Awl (jTBC), com Ji Hyun-woo e Ahn Nae-sang.

Um drama belíssimo, mas para um público muito restrito, que curta quadrinhos cult, dramas com temas político/sociais, como Misaeng, ou Last. Muitos esperavam ver algo no nível de Misaeng, mas Awl, apesar de totalmente recomendável, não tem o apelo emocional do já cultuado Incomplete Life. Awl conta várias estórias individuais de vida, dentro de uma estória de luta coletiva por direitos trabalhistas, numa Coréia do Sul que estava engatinhando na democracia, nos anos noventa, após anos de uma ditadura brutal. Grandes atuações de Ji Hyun-woo (que evoluiu absurdamente como ator, de uma atuação apática em Queen In-hyun's Man, até seu retorno do período de serviço militar) e Ahn Nae-sang (Splendid Politics).


Missing Noir M (OCN, 10 episódios), com Kim Kang-woo e Park Hee-soon.

Os dramas policiais da OCN são sempre estilosos, embora nem sempre tão bem resolvidos em termos de roteiro e produção final. Missing Noir M tem um visual cinematográfico (que lembra o fantástico TEN), e um elenco bacana, encabeçado pelo bonitão Kim Kang-woo. Apesar de o drama policial ser meu gênero favorito, junto com a comédia romântica, Missing Noir M pecou muito com um roteiro arrastado e com mistérios demais, que acabaram não resolvidos, deixando uma frustração desagradável no espectador. O pior é que não há notícias de uma segunda temporada, e assim, como no saudoso TEN, ficaremos na eterna expectativa de ver a resolução de seus maiores mistérios.


D-Day (jTBC, 20 episódios), com Kim Young-kwang, Jeong So-min e Ha Seok-jin, Kim Sang-ho, Lee Kyeong-yeong, Cha In-pyo.

O ano de 2015 não foi feliz para quem aprecia um bom drama médico, mas pelo menos D-Day surgiu para suprir em parte esta carência. D-Day foi um de meus dramas favoritos do ano, apesar de alguns pequenos defeitos, - o maior talvez tenha sido a duração da trama, que se beneficiaria muito de uma redução no número de episódios de 20 para 16. Mas, apesar de um certo congestionamento na trama, D-Day contava com personagens tão queridos, atores tão carismáticos como Kim Young-kwang, Jeong So-min ou Kim Sang-ho, que os episódios passavam voando. Mas certamente Kim Young-kwang é a grande revelação desta estória que mistura com sabedoria thriller catástrofe com drama médico. O médico Kim Young-kwang e o bombeiro Kim Sang-ho são os grandes heróis anônimos, que ajudam a reerguer uma cidade atingida por um terremoto devastador. Neste drama Kim Young-kwang graduou-se definitivamente como protagonista de dramas. É muito bom ver surgir uma nova e talentosíssima geração de atores coreanos!


Hwajung (MBC, 50 episódios), com Kim In-yeong, Lee Yeon-hee, Seo Kang-joon, Cha Seung-won.

Hwajung, ou Splendid Politics é criação da talentosa roteirista Kim In-yeong (The Woman Who Still Wants to Marry). Nem bem concluiu o drama Unkind Women, e Kim In-yeong aceitou trabalhar pela primeira vez no roteiro de um sageuk. Acontece que não basta ter talento para escrever dramas, quando se trata de dramas épicos o autor precisa de múltiplas habilidades: conhecimento histórico, facilidade em criar cenas de ação e suspense, e especialmente, criar diálogos adaptados ao período. A roteirista já provou seu talento para criar belas estórias contemporâneas, mas, por sua inexperiência com o gênero épico, teria sido interessante uma parceria com um segundo roteirista, que fosse encarregado de desenvolver as cenas de ação. Mesmo assim, para quem curte os dramas sageuk, e é fã de Cha Seung-won, vale a pena dar uma chance à Hwajung. Graças ao belo elenco, e à produção caprichada, acabei desfrutando deste drama, mas sem pressa de chegar ao final de seus 50 episódios.


Scholar Who Walks the Night (MBC, 20 episódios), com Lee Jeong-ki, Lee Yoo-bi, Lee Soo-hyeok.

Diferentemente do drama épico tradicional, ocasionalmente os dramas coreanos inspiram-se nos filmes e dramas chineses que misturam mitologia local e fantasia, para criar estórias fantásticas, repletas de romance e ação. Scholar Who Walks the Night é mais um drama inspirado em um webtoon de sucesso, e procura seguir o estilo e o ritmo característico das estórias em quadrinhos. Lee Jeong-ki, sempre muito confortável em papeis em dramas épicos, resolveu embarcar nesta aventura, talvez pensando poder repetir o sucesso de Arang and the Magistrate, e de The Joseon Gunman. Só que, infelizmente, não foi o caso. As fãs adolescentes parecem ter ficado satisfeitas com o resultado, mas, francamente, Scholar Who Walks the Night é um desastre, e Lee Jeong-ki merecia um material de maior qualidade. Sentindo que o drama naufragava vergonhosamente, o ator ainda tentou salvar a produção trazendo às pressas o escritor Lee Jeong-woo-III (The Joseon Gunman) para dar um ‘up’ no roteiro, mas, àquela altura o estrago estava feito. Foi difícil não abandonar Scholar... a meio caminho, - apenas o respeito e a admiração pela atuação brilhante de Lee Jeong-ki me fizeram chegar ao fim deste que foi o drama mais absurdamente ruim do ano – mesmo com tanto empenho de seu jovem elenco. Uma pena...


Six Flying Dragons (SBS, 50 episódios), com Kim Myeong-min, Yoo Ah-in, Shin Se-kyung, Byun Yo-han, Yoon Gyoon-sang, Jeong Yoo-min.

O drama que chegou para salvar a boa fama dos dramas épicos coreanos foi o maravilhoso e já clássico Six Flying Dragons. Aconteça o que acontecer até o final desta estória, os Seis Dragões Voadores já conquistaram os fãs do gênero. Não é todo dia que se tem a oportunidade de ver um elenco tão superior em uma única produção. O mesmo prazer que senti com cada personagem no drama Misaeng, repetiu-se com Six Flying Dragons. Do carisma dos veteranos - Kim Myeong-min, Cheon Ho-jin, Park Hyeok-kwon, – aos novos talentos - Yoo Ah-in, Shin Se-kyung, Byun Yo-han, - Six Flying Dragons tem todos elementos que compõe um drama épico de primeira qualidade. É uma alegria ver Kim Myeong-min de volta ao sageuk, 11 anos após seu inesquecível papel em Immortal Admiral Yi Sun-shin (2004). E é uma sorte ter como protagonista o jovem ator mais badalado (e premiado) do momento, Yoo Ah-in. Recém vindo de dois grandes sucessos no cinema, - The Throne, no qual interpreta o famoso príncipe Sado, e de Veteran (de Ryoo Seung-wan) como um chaebol mau caráter, Yoo Ah-in está afiadíssimo como ator. Não há desculpas para deixar de ver este drama belíssimo, seja pelo romantismo épico, ou pelas exuberantes coreografias de luta - Six Flying Dragons é o drama do ano.

14 comentários:

  1. Oi Sam, eu estava aguardando ansiosa por essa postagem. Ela têm me ajudado bastante na hora de escolher um drama para assistir. Confesso que não tinha me interessado tanto em “Bubblegum”, mas depois de ler seus comentários eu já mudei de ideia rs. Ontem concluí “Oh My Ghostess”. Nossa, que casal apaixonante! Já virei fã da dupla. Vou ver se consigo ver outros títulos dessa lista. Boas festas!

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    1. Oi Cacá,

      espero que minhas dicas possam ser úteis pra você (são tantos dramas bons a escolher, né?), e se tiver alguma sugestão de drama não citado aqui, por favor, conte pra gente, ok?

      Boas festas a você também,
      e até 2016!

      Sam.

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  2. Ótimo post! Meu preferido da lista foi Last. Acompanhando Bubblegum e curtindo.

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    1. Oi Ana Clara,
      Muito obrigada!
      Eu também adorei Last, especialmente o sexy Yoon Kye-sang!

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    2. Confesso que realmente fiquei surpresa com suas boas indicações para Oh My Ghostess e Bublegum.
      Realmente esse universo sobrenatural não é meu preferido.Mas acho suas resenhas e indicações muito justas e realistas então fico feliz por ter pelo menos mais duas opções para assistir com prazer.Obrigada.

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    3. Oi Patrícia,
      que bom, espero que você confira e aprove minhas sugestões... mas se não for o caso, não fique de mal comigo ok?

      Boas Festas!
      Sam.

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  3. Bubblegum é muito amor. Só digo isso.

    Dessa lista só consegui ver bubblegum, Oh my vênus e Scholar. Scholar que eu preferia não ter começado, é de fato o pior drama que eu já vi na vida. A serva e amiga do protagonista ou a So Eun poderiam render melhor do que a protagonista. Scholar foi sofrível. A minha opinião é a mesma, o drama agradou as meninas novinhas, porque quem tem mais sede certamente ficou insatisfeito com a história e produção do drama.

    Quando eu penso em Scholar eu só me lembro da cena em que a protagonista é espancada e você vê claramente a madeira que usam pra bater nela entortando como se fosse um pedaço de espuma. Vou nem comentar a cena da massagem cardíaca que rolou nos primeiros episódios. O lindo protagonista e o vampiro vilão foi o que me ajudou a finalizar esse desastre.

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    1. Luppi,
      concordo cem por cento com seu comentário... só posso acrescentar que Lee Jun-ki não merecia ter feito parte deste fiasco. Grande talento, grande desperdício...

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  4. Conheci seu blog hoje e amei as resenhas,você escreve muito bem parabéns! Também tenho um blog (mansaepravoce)e tento fazer resenhas,mas ainda tenho que treinar,kk. Obs: em OMV você escreveu Daeju em vez de Daegu. 😉

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  5. Oi Sam ,voltei!
    Estou grata por ter lido seu post pois a acabei assistindo Oh My Ghost e Oh my Venus.Confesso que esperava mais de Oh My Ghost,mas também preciso admitir que se a qualidade da carga dramática me fez ficar presa ate o fim,esperando o final digno da fantasminha virgem e o desenrolar de todo mistério da trama.As cenas do pai oscilando entre a vida e a morte para mim foram campeãs.Perfeitas
    Oh My Venus para mim poderia ter sido melhor,mas no geral me causou um prazer.Ótimo elenco(especialmente o masculino,ah meus sais!!!!),uma boa idéia de enredo mas sei lá...Faltou alguma coisa.Mas como foi gostoso ouvir e se apaixonar de cara por Darling U.Nossa ost perfeita!!!!
    Bubblegum não estava nos meus planos,mas acabei de ver dois dramas com Lee Dong Wook e estou realmente encantada com esse moço.E você dizendo que ele está dramaticamente melhor ai só aumenta a vontade.Com certeza voltarei aqui para comentar.
    Seu blog é um dos meus preferidos(não tenho muitos é verdade) e eu espero que continue por muito tempo nos dando tantas resenhas perfeitas.Você consegue ser imparcial e coerente no que escreve e para mim isso é muito importante por que vejo muitos dramas apenas avaliando a resenha e já perdi a conta de quantos deixei de ver por conta de uma resenha mal escrita.
    Você escreve sobre dramas escolares,épicos,médicos e tantos outros sem favoritismo sendo realista e analítica.E isso é bom.Me ajuda a escolher sem tanta margem de erro.
    Novamente obrigada por seu trabalho ,de verdade.

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    1. Concordo contigo Patrícia, especialmente sobre oh my venus. Um drama fofo, mas talvez tenha faltado um pouco de ousadia e irreverência. .. Mais uma vez muito obrigada pelos elogios, me dão uma grande força para continuar escrevendo! E conto com teus comentários para abrilhantar este espaço!
      Bjs,
      Sam.

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  6. Meu comentário não apareceu.

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  7. Não entrei em detalhes sobre Answer Me 1988, mas fiquei apaixonada por este drama. Mais uma bela produção da tvN. Comentarei em breve sobre o drama, aguardem!

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