1 de dez de 2016

Melhores Dramas Coreanos de 2016 (Parte 2)




Como eu havia comentado na Parte 1 da lista de melhores dramas do segundo semestre de 2016, os dramas épicos/fantasia Scarlet Hear Ryo e Moonlight Drawn By Clouds foram os que despertaram a maior atenção do público. Mas, felizmente, o segundo semestre também nos presenteou com ótimos dramas, para fechar com chave de ouro um ano que não vai deixar saudades em outros setores de nossas vidas. Romantic Doctor Teacher Kim foi o drama médico que faltava, com a presença de luxo do ator Han Seok-kyu... Weightlifting Fairy Kim Bok-joo é um drama juvenil divertido e sensível, graças ao texto inteligente da roteirista Yang Hee-seong. Nem deu tempo de mencionar as últimas estreias – Legend of the Blue Sea, Night Light e Goblin – comentarei sobre estes dramas, especialmente o visualmente deslumbrante Goblin, e a volta tão aguardada de Gong Yoo, mais adiante...

Age of Youth (jTBC, 12 episódios)

Sempre me pergunto por que os dramas escolares são tão comuns, e os dramas universitários tão raros... Só este já é um ótimo motivo para conferir o drama Age of Youth, que traz uma visão muito delicada e feminina de uma das etapas mais importantes de nossas vidas, a formação universitária, e os primeiros passos para a vida adulta. A roteirista Park Yeon-seon tem em seu currículo títulos muito interessantes, tanto no cinema (My Tutor Friend, White Night), quanto na TV (White Christmas, Alone in Love). O PD Lee Tae-gon (My Love Eun-dong, Queen Insoo) tem um estilo tradicional de dirigir, mas acerta a mão na condução do elenco jovem de Age of Youth.

Age of Youth conta a estória de um grupo de estudantes que compartilha um apartamento, sob a tutela rígida da proprietária do prédio. Yoo Eun-jae (Park Hye-soo, de Yong Pa, Introvert Boss) é a nova moradora da residência estudantil, vinda do interior, para cursar o primeiro semestre de psicologia. Ingênua demais para sua idade, e terrivelmente tímida, Eun-jae é muito mal recebida pelas colegas de quarto, que, por outro lado, já vinham num clima beligerante diário. Na universidade, Eun-jae também não tem uma vida fácil, pois se sente intimidada pelo colega Yoon Jong-yeol (Shin Hyun-soo).


Jeong Ye-eun (Han Seung-Yeon, Her Lovely Heels, membro do grupo pop Kara) é a ‘patricinha’ do grupo, mais interessada em moda, e obcecada pelo namorado, Ko Doo-yeong (Ji Il-joo, de Weightlifting Fairy Kim Bok-joo). Yoon Jin-myeong (Han Ye-ri, Six Flying Dragons, As One), pouco é vista em casa, pois, quando não está na faculdade, faz um rodízio cansativo entre uma série de empregos temporários. Sem apoio financeiro dos pais, ela se esforça para pagar a mensalidade do curso, e o tratamento médico do irmão. Trabalhando como garçonete num restaurante francês ela conhece o chef Park Jae-wan (Yoon Park, de This is Family).

Song Ji-won (Park Eun-bin, Operation Porposal) é a mais festeira da turma, mas não consegue arrumar namorado. Ji-won sonha em ser uma grande escritora, enquanto inferniza a vida do colega de Jornalismo, Im Seong-won (Son Seung-won, de I Remember You). Por fim, temos Kang I-na (Ryu Hwa-young - Ex-Girfriends´ Club -, ex-membro do grupo pop T-ara -, irmã gêmea de Ryoo Hyo-yeong (Golden Pouch)). Ninguém conhece bem a bela Kang I-na, que tem um estilo de vida muito diferente de qualquer estudante, usando roupas e acessórios de marca, e frequentando bons restaurantes. Em um dos bares exclusivos que frequenta, I-na conhece o misterioso Oh Jong-gyoo (Choi Deok-moon), que tem um interesse suspeito sobre seu passado.

Age of Youth chamou muito a atenção do público que gosta de estórias originais, e temas diferenciados, e realmente, é uma das melhores surpresas do ano. Mas nem por isso o drama é isento de falhas, especialmente ao aumentar e exagerar no desenvolvimento das tramas pessoais dos personagens. Os conflitos emocionais, seja entre colegas, namorados, ou com a família, somados aos dilemas profissionais seriam o bastante para retratar a estória dessas estudantes, mas a roteirista enveredou por uma trama sombria, que foge demais do clima inicial do drama. No final, me contento com reflexão intimista desta fase bonita, embora às vezes agridoce, da vida.


The Man Living in Our House (KBS2, 16 episódios)

The Man Living in Our House (ou Sweet Stranger and Me) é um drama romântico baseado no webtoon de Yoo Hyeon-sook, e adaptado pela roteirista Kim Eun-jeong (Flower Boy Next Door, Gabi, Il Mare). O diretor é Kim Jeong-min (The Joseon Gunman, Bad Guys).

Soo Ae (Mask, 9 End 2 Outs) é Hang Na-ri, uma comissária de bordo que está em um momento feliz da vida, prestes a se casar com Jo Dong-jin (Kim Ji-hoon-I, de Flower Boy Next Door), seu namorado a quase dez anos. Mas, subitamente, chega a notícia triste da morte da mãe de Na-ri, Shin Jeong-im (Kim Mi-sook, The Flower in Prision) em um acidente de carro. Ao voltar para a casa da mãe, no interior, Na-ri tem mais uma surpresa chocante, a presença de um estranho no local. Ko Nan-gil (Kim Yeong-kwang, D-Day, Plus Nine Boys) afirma ser o novo dono da propriedade da mãe de Na-ri, incluindo o restaurante, onde ele agora trabalha como chef. Atordoada com a situação, Na-ri contrata o advogado Kwon Deok-bong (Lee Soo-hyeok, Lucky Romance) para ajudá-la a resolver a situação. Só que Deok-bong também tem interesse em adquirir a propriedade, a qualquer preço.

Ainda bem que The Man Living in Our House é um drama curto, pois, infelizmente, o roteiro é frágil demais para sustentar o prolongamento da trama. A estória em si é muito interessante, com segredos que vão sendo revelados aos poucos, bem como as verdadeiras intenções dos personagens. O problema é a fragilidade dos personagens secundários (que já são poucos), que poderiam ter recebido uma atenção maior por parte da roteirista e do PD. Mais uma vez Lee Soo-hyeok cai na armadilha de aceitar um papel que não chega aos pés de sua reconhecida capacidade como ator. Mesmo assim, ele consegue ir além do texto, ao imprimir humor e charme ao personagem, conseguindo ao menos preservar seu orgulho como ator. Como coadjuvante, Jo Bo-ah (Monster) também agrada muito, com o tom cômico dado ao personagem Do Yeo-joo, colega e rival de Na-ri.

É uma grande alegria ver Soo Ae de volta, depois de tantos anos, a um papel mais leve, embora eu tivesse preferido vê-la em uma comédia romântica pura, ao invés de um drama que tem mais pitadas de suspense do que romance. Mas não dá para reclamar de seu par romântico com Kim Yeong-kwang, simplesmente encantador, em toda sua ternura e cumplicidade.


My Wife is Having an Affair this Week (jTBC, 12 episódios)

Remake do drama japonês Konshu Tsuma ga Uwaki Shimasu (Fuji TV, 2007), adaptado por Lee Nam-gyoo (Awl, Detective K) e dois outros roteiristas novatos, Kim Hyo-sin e Lee Ye-rim-I. O PD é Kim Seok-yoon, que tem uma longa parceria com o roteirista Lee Nam-gyoo no cinema, com a franquia Detective K, e na TV, com o drama Awl, um libelo dos direitos trabalhistas coreanos.

Este ano o canal jTBC surpreendeu o público com a qualidade e originalidade de suas produções, superando até mesmo a badalada tvN. My Wife is Having an Affair this Week lembra um pouco o drama The Producers (KBS2), ao abordar com realismo e irreverência a rotina da produção de um programa de TV. Mas o foco central do drama são as alegrias e (principalmente) as agruras do casamento. Com humor ácido, e sem fazer concessões, o drama disseca uma relação em crise, a partir do momento em que um dos cônjuges comete adultério. Lee Seon-gyoon (Miss Korea, Golden Time), é o produtor de TV Do Hyeon-woo, casado, pai de um menino de seis anos. Song Ji-hyo (Ex-Girlfriends´ Club, Princess Hours) é a executiva Jeong Soo-yeon, mãe de Joon-soo (Kim Kang-hoon, de Pride and Prejudice), casada com Hyeon-woo. Para quem vê de fora, Soo-yeon e Hyeon-woo parecem ser um casal feliz e harmonioso, mas a rotina exaustiva e a consequente falta de diálogo começam a minar sua relação. Até que acontece uma suposta traição... Apesar do ponto de vista masculino da estória, há uma reflexão muito pertinente sobre o papel da mulher na sociedade moderna... A rotina de Soo-yeon não é diferente de qualquer mulher, que tenta equilibrar a carreira profissional com o casamento... Mas a recompensa por tanto esforço nunca é vista, exceto pelo respeito dos subordinados, ou os comentários invejosos das mães dos coleguinhas do filho, que acham que sua vida é perfeita. Hyeon-woo pensa ser um ótimo marido, apenas por realizar tarefas banais como tirar o lixo, ou levar o filho para a escola. Quando a possibilidade de perder a mulher torna-se real, ele simplesmente surta!

Lee Sang-yeob (Master – God of Noodles, Signal) é o PD Ahn Joon-yeong, colega e melhor amigo de Hyeon-woo. Casado há três anos, fica ridiculamente perturbado com os problemas conjugais do amigo. Lee Sang-yeob simplesmente rouba a cena, com suas cenas de choro, bebedeira e obsessão pela colega Kwon Bo-yeong (BoA, cantora). Aliás, Lee Sang-yeob e BoA (em sua primeira atuação convincente) formam um casal fantástico, tão neurótico quanto os típicos casais dos filmes de Woody Allen.

O terceiro casal é formado pelo advogado Choi Yoon-gi (Kim Hee-won, de Awl, Collective Invention) e a dona-de-casa Eun Ah-ra (Ye Ji-won, de Oh Hae-young Again). Eun Ah-ra, filha de um rico empresário, trata o marido como um príncipe, mas desconfia, e com razão, de estar sendo traída. Yoon-gi, apesar de dever sua carreira e a vida luxuosa à esposa, a trai sem qualquer culpa ou remorso. Ele se acha um Don Juan, usando todas as técnicas possíveis e imagináveis para seduzir as mulheres bonitas que cruzam seu caminho. Apesar da canalhice do personagem, Choi Yoon-gi não se constrange, e mergulha no papel sem nenhum pudor, protagonizando cenas tão constrangedoras quanto engraçadas. E o papel de mulher superficialmente frágil, mas prestes a explodir, serve como uma luva para a fantástica atriz Ye Ji-won.


Weightlifting Fairy Kim Bok-joo (MBC, 16 episódios)

As roteiristas Yang Hee-seong (Oh My Ghostess, King of High School of Manners) e Kim Soo-jin-III (My Only Love Song) inspiraram-se na vida da atleta de levantamento de peso Jang Mi-Ran, para criar uma estória tão adorável, que mais parece uma fábula, Weightlifting Fairy Kim Bok-joo. A direção, também preciosa, está a cargo do PD Oh Hyeon-jong (A New Leaf).

Lee Seong-kyeong (Doctors) é a jovem levantadora de pesos Kim Bok-joo, cujo único sonho é ser uma grande campeã. Ela reside no campus universitário, onde se dedica exclusivamente aos exaustivos treinamentos diários. Sua única diversão consiste em sair para comer (muito!) e beber com as colegas atletas, Seon-ok (Lee Joo-hyeong-II,- A Quiet Dream), e Jeong Nan-hee (Jo Hye-jeong,- Cinderella and Four Knights). Sua rotina é tranquila, exceto pelas rusgas com as vizinhas de dormitório, as garotas da equipe de ginástica rítmica. Como toda garota de sua idade, Kim Bok-joo gostaria de se apaixonar, mas o cara ideal ainda está para surgir em sua vida... E não parece ser o nadador Jeong Joon-hyeong (Nam Joo-hyeok -, Moon Lovers: Scarlet Heart Ryeo, Who Are You: School 2015), apesar de todas as suas qualidades: beleza, talento, simpatia... Acontece que Joon-hyeong, um amigo de infância, ainda guarda a lembrança de uma Bok-joo gordinha e sapeca, e sente prazer em provocar a garota com piadas inconvenientes, mesmo que sua intenção não seja a de magoá-la. Mas o coração de Bok-joo irá bater mais forte ao conhecer o Dr. Jeong Jae-i (Lee Jae-yoon-I,- Heartless City, Oh Hae-young Again), irmão mais velho de Joon-hyeong.

Kyeong Soo-jin (Plus Nine Boys) é a ginasta Song Si-ho, ex-namorada de Joon-hyeong, que volta ao campus depois de uma tentativa fracassada de entrar para o time olímpico de seu esporte. Song Si-ho, além de perder espaço para as atletas mais jovens, não tem recursos financeiros para preparar-se adequadamente para as competições. Deprimida, ela tenta reatar o namoro com Joon-hyeong.

O drama, além de atores jovens muito talentosos, tem um elenco adulto de luxo... Choi Moo-seong (Answer Me 1988) é o treinador Yoon Deok-man, e Jang Young-nam (A Werewolf Boy) é sua assistente, Choi Seong-eun. Na família de Bok-joo temos Ahn Kil-kang (Chuno), como o pai, Kim Chang-geol, e Kang Ki-yeong (Let´s Fight Ghost), como o jovem tio Kim Dae-ho.

É admirável o tratamento carinhoso dado a Kim Bok-joo, uma protagonista que foge totalmente dos padrões de beleza e de caráter da maioria das heroínas retratadas nos dramas coreanos. Palmas para a atriz Lee Seong-kyeong, que se despe de qualquer vaidade para retratar Kim Bok-joo, uma garota de braços tão fortes, e de coração tão doce.


Romantic Doctor Teacher Kim (SBS, 20 episódios)

A roteirista Kang Eun-kyeong (Hotelier, Dalja´s Spring, Bread, Love and Dreams, This Is Family), que acumula uma lista considerável de dramas de sucesso, junta-se a um diretor de peso, o PD Yo In-sik (Bad Family, Giant, Mrs. Cop) em um belo drama médico, Romantic Doctor Teacher Kim.

O grande ator Han Seok-kyu (The Berlin File, Eye for an Eye, Deep-rooted Tree) é o Dr. Bu Yong-joo, um médico brilhante, mas de temperamento indomável. Ele é um cirurgião de prestígio, a grande estrela do Hospital Geosan, em Seul. No entanto, ele acaba sendo alvo de uma conspiração de colegas do hospital, ao ser injustamente acusado de cometer um erro médico, e matar uma paciente durante uma cirurgia de emergência. Difamado, e desempregado, Bu Yong-joo passa a se apresentar como Dr. Prof. Kim, e vai clinicar em um pequeno hospital do interior.

Yoo Yeon-seok (Mood of the Day, Love, Lies) é o Dr. Kang Dong-joo, um jovem que teria um futuro brilhante como cirurgião, se não fosse pela traição (muito semelhante ao que aconteceu anos atrás com o Dr. Kim) arquitetada pelo diretor do Hospital Geosan, Do Yoon-wan (Choi Ji-ho-I, Oh My Venus, Mrs. Cop 2). Para dar espaço ao filho do diretor, também cirurgião, Do In-beom (Yang Se-jong,- Saimdang, the Herstory), Yoo Yeon-seok é transferido para uma filial no interior. Chegando ao Hospital Doldam, ele reencontra uma colega do Hospital Geosan, que estava desaparecida há cinco anos, a Dra. Yoo Seo-jeong (Seo Hyeon-jin,- Oh Hae-young Again). O modesto hospital é administrado pelo simpático Yeo Woon-yeong (Kim Hong-pa), que dá carta branca para o Dr. Kim tomar todas as decisões médicas importantes. A enfermeira chefe Oh Myeong-sim (Jin Kyeong,- It´s Ok, This is Love), o gerente Jang Ji-tae (Im Won-hee (Dachimawa Lee) e o anestesista Nam Do-il (Byeon Woo-min) fazem parte da equipe fiel do excêntrico Dr. Kim. Os personagens deste drama são quase heróis, em termos profissionais, mas a nível pessoal, são criaturas repletas de contradições, neuroses e frustrações. É um desafio, mas ao mesmo tempo é instigante acompanhar a evolução de personagens tão complexos quanto carismáticos.

Romantic Doctor Teacher Kim é um drama médico por excelência, com um tempero extra de romance e comédia, - mas o que fica claro é a reflexão sobre ética profissional, e a importância de uma sociedade justa oferecer assistência médica digna ao cidadão comum.

7 comentários:

  1. [QUEM FOR LER E NÃO TIVER ASSISTIDO AGE OF YOUTH, JÁ AVISO QUE ESSE COMENTÁRIO TEM SPOILERS!]
    Tão, mas tão feliz que você tenha falado de Age of Youth <3 Um dos melhores k-dramas que vi! Foi fácil entrar na lista dos meus favoritos.
    Sabe, eu tinha dado um tempo nos dramas asiáticos (especialmente os coreanos), até que um dia me deparo com o pôster desse drama e sem nenhum critério resolvo ir assistir: melhor decisão que tive. AOY me lembrou e fez reviver aquela minha paixão no início dos meus primeiros doramas; tanto que assisti num só dia!
    Não acho que a roteirista tenha mudado a atmosfera da trama, até porque os temas abordados no drama são tão importantes e foram bem desenvolvidos que não tinha como fugir desse clima. Nota-se que no começo, as meninas não eram tão amigas, conforme se aproximaram mais e compartilharam coisas, elas foram revelando outras facetas de suas vidas e personalidades, que muitas vezes não são agradáveis. Gostei como nada soou superficial.
    Fiquei pensando por vários dias nesse drama... tem uma cena em especial, onde Yoo Eun-jae se junta a uma roda que se forma em volta de Song ji-won dançando, e vemos ela admirando-a, enquanto se lembra de outras situações que Ji-won foi incrível, achei aquilo tudo tão lindo e isso me fez parar pra refletir: quantas produções audiovisuias existem onde uma mulher admira outra mulher? Onde não há rivalidade entre elas, e sim sororidade? São raras. Até mesmo, AOY falha em alguns momentos.
    Sobre o final: não fiquei plenamente feliz com arco da Yoon Jin-Myung em relação ao irmão dela, não ter esclarecido totalmente o que aconteceu, não mostrando a cena em si me pareceu que deixaram um mistério, mas também gostei que ela finalmente deu espaço às suas vontades e um tempo para si mesma.
    Satisfeita com o final da Jeong Ye-eun, mostrou que o tipo de trauma que passou não é fácil de superar.
    Feliz com o final das outras, mas tudo me pareceu uma continuidade para uma segunda temporada. Seria um sonho...
    Obs1: no primeiro episódio quando Yoo Eun-jae pergunta sobre o porque da antiga moradora não estar mais no Belle Epoque, e quem explica a situação é a Ji-won, pinta a dúvida se ela realmente disse a verdade, pois mais frente descobrimos que ela é conhecida como a "Song mentirosa"... fica aí o questionamento. Talvez seje só uma coisa da minha cabeça.
    Obs2: Fiquei super animada em saber que roteirista de AOY é a mesma de Alone in Love, um dos meus k-dramas favoritos. Pelo jeito, ela adora colocar stalkers nos enredos, rs.
    Desculpe pelo comentário grande... adoro seu blog. Bjs

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tatiane,

      obrigada pelo seu comentário, ajudou muito a complementar alguns pontos importantes que faltaram no meu review resumido. Acho que o fato de Age of Youth ter tantas tramas paralelas é uma falha, não por elas serem ruins, mas por serem tão interessantes, e ficarem mal resolvidas, por falta de tempo mesmo... Cada uma das garotas é tão encantadora, mas seus traumas foram jogados sobre o espectador, no final, tornando o clima bem pesado mesmo... Eu, por exemplo, gostaria de ter visto mais de Song Ji-won (Park Eun-bin), tão engraçada, e ao mesmo tempo tão espirituosa.
      Espero que apareçam mais dramas com esta temática de amizade feminina, coisa rara, não sei bem por que, já que as roteiristas dominam o mercado dos dramas, né?!

      bjs,
      Sam.

      Excluir
    2. Concordo com tudo que vc falou, Tatiane! AOY tá no meu top da vida, e desse ano só ficou pra trás de AOHY no MEU ranking. Amei TUDO desse drama! Coisa mais linda a amizade das cinco, que mesmo nas diferenças, estavam lá umas pras outras. E sem falar na abordagem de vários temas bem tabus lá pela Coréia. Achei um drama corajoso, natural, que soube retratar muito bem a fase inicial da nossa vida adulta, o respeito pelas diferenças e, acima de tudo, a amizade ♡
      Sam, acho que o tom 'pesado' dos mistérios inseridos serviram pra deixar no ar uma possível continuação. Acho que é uma espécie de "terreno" a ser desvendado e melhor desenvolvido numa 2a temp - que, sim, acredito que vai acontecer. Torcendo muito pra isso! :D

      Agora, sobre Bok Joo: que draminha mais cute-cute, não?! Amando! A atriz está maravilhosa nesse papel, mais uma protagonista que tem grandes chances de entrar pro meu ranking de favoritas ♡ Só nos resta acompanhar e torcer pra que o drama não se perca, como aconteceu, por exemplo, com Beautiful Gong Shim.. dedinhos cruzados desde já!

      Infelizmente, esse semestre estou tendo que selecionar BEM o que fazer com meu tempo livre e quase não estou vendo doramas. Ainda nem terminei Moon Lovers ou Moonlight, acredita? Estou acompanhando Bok Joo porque é uma trama bem levinha, daquelas que te faz ir dormir em paz e com sorrisinho no rosto. E estou precisando disso :)

      Uma perguntinha: AOHY não será mencionado nos melhores de 2016? :x heheh meu xodó real de 2016 ❤

      :)

      Excluir
    3. Oi Regina,
      há quanto tempo! Estava estranhando sua ausência ;)

      Este ano tivemos ótimos dramas, e o bom é que sempre dá para correr atrás depois, e fazer as clássicas maratonas de feriado!

      Você fez bem em escolher Weightlifting Fairy Kim Bok-joo, é um drama encantador, e tenho certeza de que a roteirista não vai fazer feio com o final.

      Sobre a menção a Another Oh Hae-young, é que esta lista (em 2 partes) são dos melhores do 2o semestre! Mas tenho esperança de conseguir fazer uma retrospectiva geral do ano.... Sabe como é, Natal chegando, mal sobra tempo para respirar!

      grande abraço a você,
      boas festas,
      desejando dramas maravilhosos para 2017 (e tempo o bastante para curtí-los).

      Sam.

      Excluir
    4. To igual a Regina, tendo que selecionar bem o meu tempo pros dramas que vou assistir e mesmo assim, não to conseguindo terminar. Moon Lovers só falta os últimos episódios; Another Oh Hae-young assisti os dois primeiros episódios e pretendo continuar; ainda não consegui ver Signal; e agora, acabou de lançar Goblin e eu vou tentar acompanhar... muito coisa pra ver!
      Sam, você chegou a ver um drama da tvn, chamado Dear My Friends? Se sim, o que achou? Se não, recomendo muito que você assista.

      Excluir
  2. Eu me pergunto até quando Lee Soo-hyeok vai continuar em papeis medianos. Ele é um grande ator. Simplesmente não entendo. Eu estou gostando de Man Living, mas realmente seria legal se houvesse mais histórias.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. O bromance real entre Kim Yeong-kwang e Lee Soo-hyeok poderia ser melhor explorado. É um drama muito agradável, mais pelo carisma do elenco do que pela estória...

      Excluir

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...