27 de set de 2010

The Sword With No Name (filme, 2009)


Título Alternativo: Like Fireworks, Like Butterflies
Gênero: ação, drama, romance
Duração: 124 min.
 
Direção: Kim Yong-gyoon
Roteiro: Lee Sook-yeon

Elenco: Cheon Ho-jin, Soo-ae.


Resumo

Moo-myoung é um caçador de recompensas durante a Dinastia Joseon. Num breve momento de idílio ele encontra uma bela dama da nobreza, Ja-young, e se apaixona por ela. Ja-young está a caminho do palácio real para se tornar a próxima rainha do império Joseon. Sem poder esquecê-la, Moo-myoung torna-se o guarda pessoal da rainha para poder ficar perto dela. Como rainha, Ja-young tenta modernizar a dinastia, por meio de alianças com nações estrangeiras, mas se envolve numa trama de lutas políticas pelo poder do país. Para proteger Ja-young, Moo-myoung deve enfrentar as ameaças devastadoras do exército japonês que deseja desestabilizar o poder imperial coreano.

Comentário

Em primeiro lugar, “The Sword With No Name” não pode ser descrito como um filme histórico, já que toma muitas liberdades com a história do império Joseon e de sua rainha mais famosa. A imperatriz Myeongseong é uma das figuras mais faladas da história da Coréia, devido à sua vida extraordinária, que foi destacada por ambição política e uma morte trágica.

Portanto, não é de admirar que ela tenha sido o centro de várias produções artísticas, como a aclamado musical “The Last Empress" e a série que foi um sucesso em 2001, "Empress Myeongseong".

“The Sword With No Name” tenta examinar a vida a Imperatriz pelo foco de um possível romance entre ela e um guarda-costas. No registro histórico teria havido um general que morreu protegendo-a dos japoneses.

Embora o filme tenha tentado enfatizar essa possível relação entre os dois, o romance se torna um tanto tênue diante da necessidade de ilustrar os demais aspectos da vida da rainha, como sua relação com o marido, um rei fraco e indeciso (ao menos aqui no filme) e com o sogro prepotente e por fim inimigo. Para quem não conhece a história em detalhes, fica difícil entender por que o lado aparentemente positivo do talento diplomático de Ja-young provoca a ira do rei-pai (interpretado por Cheon Ho-jin) e faz tanta gente querer vê-la morta. E difícil também de imaginar que ela tenha tido tempo para um romance secreto.

Mas enfim, é uma obra de ficção. O casal de atores principais não decepciona. Soo-ae ("Sunny", "A Family"), como rainha é elegante e delicada. Gostei mais dela nesse papel que no anterior “Sunny”, que achei bem irregular, embora a culpa tenha sido mais do roteiro fraco deste. Ainda fico com seu trabalho no drama “9 end 2 out”, um de meus k-dramas favoritos. E está para estrear seu novo drama, “Athena”.

Jo seung-woo é um jovem já veterano no cinema coreano, com sucessos como “Marathon”, “The War Of Flowers”, além de uma carreira de sucesso em musicais de teatro como "Jekyll and Hyde" e "Rent". Ele entrou para o serviço militar em dezembro de 2009, e ficará longe das telas por ao menos 2 anos.

Dá para dizer que é um filme que agrada as mocinhas pelas cenas de romance (pena que tão poucas), e aos rapazes pelas lutas bem coreografadas (embora muitas vezes num estilo muito “gráfico de game”). É uma bela diversão de sessão da tarde, não mais que isso.

Destaque para o ator Choi Jae-woong, no papel do chefe da guarda do palácio, Noe Jong, para a trilha musical, cenografia e figurino.

Choi Jae-woong recebeu o prêmio de Melhor Novo Ator, no 18th Icheon Chunsa Film Festival de 2010. E no mesmo festival o filme recebeu os prêmio técnicos de Efeitos Visuais (“FXGear”, “Effect Storm”).

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