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junho 24, 2011

Mais sobre Wives and Daughters


Wives and Daughters (Esposas e Filhas) é uma série em 4 episódios, uma adaptação de 1999 da BBC TV para o romance Wives and Daughters: An Everyday Story, da escritora vitoriana Elizabeth Gaskell.

dezembro 01, 2010

Wives and Daughters (BBC TV)



Wives and Daughters (Esposas e Filhas) é uma série em 4 episódios, uma adaptação de 1999 da BBC TV para o romance Wives and Daughters: An Everyday Story, da escritora vitoriana Elizabeth Gaskell.

A estória é centrada em Molly Gibson (Justine Waddell), a filha de um médico do interior, a as mudanças que ocorrem em sua vida após seu pai viúvo resolver casar novamente. A união traz para a vida até então tranqüila dela uma madrasta rigorosa (Francesca Annis) e uma irmã postiça namoradeira, Cynthia (Keeley Hawes), enquanto uma amizade com um vizinho traz à tona um romance inesperado.

A adaptação é escrita por Andrew Davies e a direção é de Nicholas Renton.
O elenco inclui Sir Michael Gambon, Penelope Wilton, Bill Paterson e Rosamund Pike.

A Autora

Elizabeth Cleghorn Gaskell (1810 – 1865),foi uma autora inglesa que escreveu roamnces e contos durante a Era Vitoriana. Seus romances oferecem um retrato detalhado das vidas das várias camadas sociais da época, incluindo os muito pobres, e por esse motivo são de interesse tanto dos historiadores como dos amantes da literatura.

O primeiro romance de Gaskell, Mary Barton, foi publicado anonimamente em 1848. Os demais romances mais conhecidos dela são Cranford (1853), North and South (1854), e Wives and Daughters (1865). Cranford e North and South também foram adaptados com sucesso para a telinha.

Ela se tornou uma escritora popular em sua época, e suas estórias de fantasmas eram muito apreciadas. Teve ajuda do escritor Charles Dickens, que publicou seus trabalhos na revista Household Words. Suas estórias de fantasmas são muito distintas, na veia "Gótica", de sua ficção industrial.

Embora seu estilo se acomode às convenções vitorianas (incluindo assinar seu nome como “Sra. Gaskell”), ela frequentemente emoldura suas estórias como críticas às atitudes contemporâneas. Ela foca assuntos como o trabalho nas fábricas e o papel da mulher na sociedade, com narrativas complexas e personagens femininos dinâmicos.

Além de seu trabalho ficcional, Gaskell escreveu a primeira biografia de sua colega escritora, Charlotte Brontë.

A série North and South já está disponível em DVD no Brasil.


março 11, 2010

Up in the Air (filme, 2009)

Up in the Air – Amor Sem Escalas 

País: EUA
Duração: 108 min.
Gênero: Drama

Direção: Jason Reitman
Roteiro: Sheldon Turner, Jason Reitman

Elenco: George Clooney, Vera Farmiga, Jason Bateman.


Comentário
 
Segundo comentários da imprensa americana, essa seria uma das apostas do cinema independente para as principais premiações do cinema de 2009, incluindo os mais midiáticos Globo de Ouro e Oscar. E parece que o filho do diretor Ivan Reitman, Jason, encontrou a fórmula para agradar tanto aos cinéfilos ‘alternativos’ como à indústria de Hollywood.

Lembram do primeiro filme do diretor, Obrigado Por Fumar? Muito humor e ironia para tratar de um tema tão pesado, ou ‘nebuloso’, com o perdão do trocadilho.

No segundo sucesso, Juno, novamente um tema difícil, tratado de forma bem humorada e otimista. E a trilha musical não atrapalhou em nada.

O velho bonachão Ivan Reitman deve estar orgulhoso do filho; aliás, ele produz esse último filme Up in the Air (vamos ficar com o título original, não tem amor nenhum no ar! É, sem romance no toalete apertado do avião. O único clube das milhas aéreas de que o personagem de Clooney faz parte é o literal.

Up in the Air equivale a comer uma fatia de torta, quando se está de dieta. O cinema norte-americano anda tão fraco, tão insosso, que é só aparecer algo levemente inspirador, para ser tratado como obra-prima. Não que esse tenha sido o caso, mas a reação que tive com esse filme foi bem parecida com a que tive com “Juno”. Parece que falta alguma coisa, uma alma... Na verdade acho que falta um tempero agridoce na estória.

O elenco está bem, Clooney é o que está melhor, graças a deus, já que ele tem o papel principal e aparece em quase todas as cenas. A velha raposa solteirona, George, é um ator bem previsível, nunca foge do seu estilo ‘cool’ – e não me venham dizer que engordar e deixar crescer a barba faz alguém atuar melhor – mas senti que nesse papel ele estava a ponto de entregar uma ótima atuação – se estivesse nas mãos de um diretor mais experiente, ou mais ligado em direção de atores. Observe uma das últimas cenas, quando ele fala ao celular com a namorada. Quase piscou a luzinha de aviso “cena para ganhar o Oscar” de ator. Faltou só um pouquinho.

No final, os momentos mais emotivos são os das pessoas que perdem seus empregos, e nesses tempos duros em que estamos vivendo, nem é preciso perguntar o por quê.
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