agosto 17, 2016

As Novas Promessas do Drama Coreano



Nos últimos anos os dramas têm revelado tantos jovens atores, que é até difícil escolher os que mais se destacam... Recentemente escolhi as minhas atrizes jovens favoritas (Atrizes Coreanas de Futuro), mas agora gostaria de propor uma lista de atores da nova geração, que já são relativamente conhecidos, mas ainda aguardam a oportunidade de protagonizar um drama nos melhores canais de TV. Este é o meu Top 10...


1. Lee Ji-hoon-I (1988)

Poucos atores me entusiasmam tanto quanto Lee Ji-hoon. Não é pouca coisa um ator conseguir destacar-se em meio a um elenco espetacular como o de Six Flying Dragons (SBS, 2015), mas foi exatamente o que aconteceu com Lee Ji-hoon. Certamente não fui a única a reparar no talento do rapaz, pois ele descolou logo em seguida um papel importante no drama de fantasia Mirror of the Witch. Lee Ji-hoon impressiona no papel do torturado rei Seonjo. Agrada-me muito o fato do ator preocupar-se mais com sua atuação do que com a aparência. Já há “flower boys” o bastante infestando os web dramas.


Ainda este ano poderemos vê-lo no muito esperado drama romântico The Legendo f the Blue Sea, da incensada roteirista Park Ji-eun (My Love From the Star, Producers, Unexpected You). Apesar de ser mais um papel secundário, espero que Ji-hoon suba mais um degrau rumo à fama!


2. Baek Seong-hyeon (1989)

A primeira vez que vi Baek Seong-hyeon foi no drama especial White Christmas, seu primeiro papel de destaque (junto a Kim Woo-bin, Lee Soo-hyeok, entre outros). Seu ar intelectual, e ao mesmo tempo meio desligado, tem o seu valor! 


Como o colega Lee Ji-hoon, ele vestiu um traje real recentemente, no papel do rei Sohyeon, no épico Hwajung (MBC, 2015). Agora o ator volta a contracenar com Park Shin-hye, no drama médico Doctors (SBS, 2016), passados 12 anos de seu encontro no melodrama Stairway to Heaven. 


Baek Seong-hyeon  está simplesmente encantador como o médico residente Pi Young-kook. Mesmo num papel secundário, ele tira o máximo do personagem, nos mais simples gestos e falas, - coisa de profissional!


 3. Lee Yi-kyeong (1989)

Lee Yi-kyeong me faz lembrar um pouco de Taecyeon, por seu ar másculo, mas com jeito de garotão, e por ter surpreendido positivamente em sua evolução como ator. Do pequeno, mas significativo papel em Descendants of the Sun, à boa oportunidade de Mirror of the Witch, Lee Yi-kyeong pode ter um belo futuro profissional, desde que saiba escolher bem seus projetos. 


Gostei demais de seu personagem em Mirror of the Witch, especialmente das cenas mais cômicas com o colega Yoon Si-yoon.


4. Kim Hyeong-gyoo-I (1992)

Mesmo com poucos projetos no currículo, Kim Hyeong-gyoo-I (Glamorous Temptation) já provou ser um dos atores mais versáteis de sua geração. Talvez o ponto de virada em sua carreira tenha sido o drama Last (jtbc, 2015). Só vendo para entender o impacto da presença de Kim Hyeong-gyoo-I em Last, como o guarda-costas Samagwi. Este ano o ator voltou com o drama Beautiful Mind, como Yang Seong-eun, um médico simpático, mas um tanto atrapalhado, mostrando um lado mais doce e cômico.


5. Ahn Hyo-seop (1995)

Enquanto muitos jovens cantores pop são promovidos a protagonistas instantâneos nos dramas, mesmo que seu talento para atuar seja questionável, existem as exceções. Membro do grupo pop One O One, Ahn Hyo-seop tem, cautelosa, mas firmemente, ingressado na carreira de ator. Da aparição tímida, mas notável no mini drama Splash  Splash Love, a um papel mais ‘suculento’ em Entertainer, o cantor demonstra uma bela maturidade profissional. 


Na verdade, entre os jovens atores deste drama musical, Ahn Hyo-seop foi o único que me agradou. Se comparado ao também músico Kang Min-hyeok (CNBLUE), Ahn Hyo-seop é um ator mil vezes mais interessante.


6. Lee Joon-ho (1990)

Lee Joon-Ho, ou Junho, membro da boy band 2PM tem uma carreira modesta, mas elogiada, como ator. Sua estreia foi no filme policial Cold Eyes (2013), contracenando com o grande ator Seol Kyeong-gu. A seguir, protagonizou outro filme de sucesso, a deliciosa comédia dramática Twenty, muito bem acompanhado de Kim Woo-bin e Kang Ha-neul. 


Em 2016 veio seu primeiro drama, Memory (tvN). Junho é um ator tão jovem, mas que transmite uma maturidade emocional impressionante, e talvez seja por isso que ele tem escolhido com tanta sabedoria seus papeis.


7. Nam Da-reum (2002)

Com apenas 15 anos e uma lista invejável de dramas e filmes no currículo, vislumbra-se um futuro brilhante para Nam Da-reum (Chronicle of a Blood Merchant). Seu papel mais marcante até o momento foi o da versão jovem de Lee Bang-won (protagonizado por Yoo Ah-in na fase adulta), no drama Six Flying Dragons (SBS, 2015). 


Sua última aparição foi no drama Memory, no papel de filho de Lee Sung-min. Mesmo tão novinho, Nam Da-reum atua com energia e segurança surpreendentes.


8. Do Kyung-soo (1993)

Conhecido como D.O., membro da boy band EXO-K, Do Kyung-soo gerou frisson com sua atuação no drama It´s Ok, This is Love (SBS, 2014). Realmente é impossível não ficar impressionado com a naturalidade do rapaz, a despeito da absoluta falta de experiência como ator. Depois disso, ele passou a ser disputado pelos produtores de cinema, tendo aparecido em filmes como Cart (2014), Unforgettable (prêmio Ator Popular no PaekSang Arts Awards 2016), co-estrelado por Kim So-hyeon, e Brother (2016). Será que ele volta aos dramas?


9. Kang Ki-young (1983)

Um ator que tem uma maravilhosa veia cômica, no estilo de Lee Kwang-soo, mas com um repertório físico ainda mais ousado. É verdade que Kang Ki-young (Oh My Ghostess) não tem o perfil adequado para tornar-se um galã de dramas românticos, mas será sempre o parceiro ideal para qualquer protagonista. É só vê-lo em Let´s Fight Ghost, roubando todas as cenas. O comediante parece fora de controle, mas é fácil perceber que suas gags são muito bem estudadas. Em uma única cena ele surge completamente composto, e, num piscar de olhos, volta a ser o paspalho de sempre. Em outra cena, Kang Ki-young faz uma auto-sátira, encarnando o médico que está interpretando no drama de fantasia W (MBC, 2016). De estudante colegial em King of High School of Manners (tvN, 2014) a estudante de medicina em W, Kang Ki-young vem conquistando um espaço mais do que merecido nos dramas coreanos.


10. Shin Jae-ha (1993)

É difícil não se apaixonar por Shin Jae-ha, com seu rosto perfeito, e olhar melancólico. E o melhor, ele é um ótimo ator! Este ano, 2016, é o ano do ator, que já acumula quatro projetos televisivos: Remember (SBS), Page Turner (KBS2), Memory (tvN) e o último, Wanted (SBS). Mas seu primeiro papel importante foi no drama Pinocchio (SBS, 2014), na versão jovem de Yoon Gyeon-sang. No mini drama Page Turner ele é um estudante secundarista, e pianista prodígio. 


Já em Wanted ele parece bem mais maduro, interpretando um detetive de polícia. O primeiro papel de protagonista deve estar muito próximo de acontecer para Shin Jae-ha!

agosto 12, 2016

The Technicians (filme, 2014)



País: Coréia do Sul
Gênero: Ação, Policial
Duração: 116 min.
Título original: The Technicians

Direção: Kim Hong-seon
Roteiro: Kim Yang-joong, Kim Hong-seon

Elenco: Kim Woo-bin, Jo Yoon-hee, Ko Chang-seok, Lee Hyun-woo, Kim Young-cheol, Im Joo-hwan.

Resumo

Ji-hyeok é o líder de um grupo ladrões especializados em grandes roubos. Sua missão mais ousada será roubar uma fortuna de um poderoso empresário mafioso.

Comentário

The Technicians (ou The Con Artists, título não tão charmoso) é um dos ótimos filmes da nova safra de talentosos diretores e roteirista do cinema sul coreano. Eu gostaria de poder resumir a crítica do filme à simples recomendação “confie em mim, assista The Technicians”... Tudo isso porque o mínimo spoiler pode arruinar o prazer de ver a película. O (quase) novato diretor, produtor e roteirista, Kim Hong-seon (Broker, 2016) estreou com o reconhecimento imediato da crítica, ao ser premiado no Festival Blue Dragon Awards, em 2012, com o filme The Traffickers. Persistindo no cinema de ação, Kim Hong-seon volta em 2014, com mais uma bela produção, The Technicians, co-roteirizado por Kim Yang-joong.

Para quem se encontra frustrado com a carreira do ator Kim Woo-bin na TV, ao menos é um consolo ver o quanto seu desempenho no cinema é superior, em todos os gêneros. De nada adiantou a Kim Woo-bin (The Heirs, School 2013) refletir tanto sobre seu primeiro projeto como protagonista absoluto em dramas... A escolha do melodrama Uncontrollably Fond não foi nada feliz. Apesar de ter sido escrito pela respeitada roteirista Lee Kyoung-hee (Thank You, Nice Guy), Uncontrollably Fond não convence, com sua fórmula antiquada e atuações sofríveis (especialmente da cantora pop Suzy). É uma pena ver o esforço de um jovem talento como Kim Woo-bin ser tão desperdiçado, e é bem possível que ele volte a priorizar sua carreira cinematográfica. Ironicamente, se você prestar atenção, verá que há uma ligação íntima entre os dramas da escritora Lee Kyoung-hee, e The Technicians (ver elenco).

Ji-hyeok (Kim Woo-bin, de Twenty) é um especialista em arrombamento de cofres, além de ser um brilhante planejador de grandes golpes. Seu braço direito é Koo-in (Ko Chang-seok, de Kill Me, Heal Me, The Front Line), um experto em falsificações. Quando Ji-hyeok decide roubar uma joalheria, pede a ajuda do hacker Jong-bae (Lee Hyun-woo, de To The Beautiful You), apesar de conhecer a má fama do garoto em trair seus parceiros. Ji-hyeok parece cego ao alto risco de roubar os preciosos diamantes, de propriedade de um poderoso mafioso, o presidente Jo (Kim Young-cheol, de Nice Guy).

Quando os capangas do presidente Jo, liderados pelo misterioso diretor Lee (Im Joo-hwan, de Uncontrollably Fond, Oh My Ghostess, Ugly Alert) capturam Ji-hyeok e seus colegas, tudo parece acabado. Mas o presidente Jo pretende usar o trio em um crime espetacular. Em troca da liberdade, Ji-hyeok e os amigos devem ajudar os mafiosos a roubar milhões de won armazenados no porto de Incheon.

O que a princípio parece mais um filme sobre ladrões charmosos versus rivais malvados, revela-se, para a mais grata surpresa do espectador, em uma trama das mais inteligentes e divertidas. Nada mais deve ser dito sobre a estória, a não ser que seu desfecho é certamente inesperado.

Infelizmente, The Technicians é um filme bem machista, e o único personagem feminino, Eun-ha, interpretado por Jo Yoon-hee (Pied Piper, Unexpected You) só tem a função de servir de isca para os criminosos.
Participações especiais de lindinho Daniel Choi (como dono de uma galeria de arte), e de Cha Tae-hyung, como um estelionatário.

Kim Woo-bin está perfeito como um ladrão elegante e misterioso (no melhor estilo David Niven, em A Pantera Cor de Rosa). Só achei que teria sido mais interessante revelar um pouco mais do passado do personagem, ao longo da estória, mas os roteiristas parecem ter ficado com medo de ‘entregar’ suas motivações antes do tempo. Aí faltou um tanto de malícia, e de confiança na capacidade interpretativa do ator. Mesmo assim, The Technicians está muito acima da média de produções similares, e é diversão garantida para qualquer tipo de público.

agosto 04, 2016

Watashi Kekkon Dekinai Janakute, Shinain desu (drama, 2016)




País: Japão
Gênero: comédia romântica
Duração: 10 episódios
Produção: TBS

Direção: Tsukahara Ayuko, Tsuboi Toshio, Anami Akihiro
Roteiro: Kaneko Arisa, baseado no romance "Sparta Konkatsu Juku" de Mizuno Keiya

Elenco: Nakatani Miki, Fujiki Naohito,Tokui Yoshimi, Omasa Aya, Seto Koji, Natsuki Mari, Ranju Tomu, Hiraiwa Kami, Matsui Jurina, Kentaro, Hasegawa Kyoko.

Resumo

A ponto de completar 40 anos, a dermatologista Tachibana Miyabi começa a questionar-se sobre as vantagens e desvantagens de viver sozinha. Será que é tarde para encontrar o amor? O chef Tokura Seiji irá ensinar Miyabi como conquistar o homem perfeito.


Comentário

Quem tiver urgência em matar a vontade de ver uma boa comédia romântica, pode mergulhar na deliciosa Watashi Kekkon Dekinai Janakute, Shinain desu (It's not that I can't marry, I don't marry).

O drama é uma adaptação da roteirista veterana Kaneko Arisa (Fuyou no hito ~fujisanchou no tsuma, Stand Up!!) sobre o romance "Sparta Konkatsu Juku" de Mizuno Keiya. Os japoneses andam bem preocupados, nos últimos tempos com a falta de interesse dos jovens em casar-se e ter filhos, mas também com as mulheres bem sucedidas profissionalmente, que precisam recorrer a casamentos arranjados (os chamados omiai), para encontrar o amor. Consequentemente, o tema anda superexplorado pelos escritores de dramas, mas nem sempre com sutileza ou sabedoria. Apesar do tom por vezes machista, algo quase inevitável na conservadora cultura japonesa, Watashi Kekkon Dekinai Janakute surpreende positivamente por suas cenas românticas ousadas (para um drama japonês) e pela sensibilidade com que os personagens são retratados.


Tachibana Miyabi (Nakatani Miki) é uma médica, orgulhosa proprietária de uma clínica de dermatologia estética em Aoyama. Prestes a completar 40 anos, e sem ter tido um relacionamento sério há quase 5 anos, Miyabi mora sozinha, em um belo apartamento, com um pequeno cão como companhia. Apesar disso, Miyabi leva uma vida confortável, recebendo a visita ocasional de sua mãe viúva,Akiko (uma divertidíssima Natsuki Mari) e colecionando mangás. Mas a sociedade não parece aceitar, ou compreender, que uma mulher sinta-se completa sem a realização do casamento. Numa reunião de ex-colegas de faculdade, ela sente-se desconfortável ao ver que todos estão casados e com filhos, e, o pior, lamentam abertamente o fato de ela ser tão bonita, mas estar solteira... Miyabi encontra-se com outras duas amigas solteiras, para jantar num restaurante japonês badalado, e desabafa sobre os comentários maldosos de seus colegas médicos.


Ouvindo a conversa das mulheres, o dono e chef do restaurante, Tokura Seiji (Fujiki Naohito), não apenas se mete na conversa, como critica rispidamente o comportamento das mulheres. O alvo principal do chef é a pobre Miyabi, a quem ele acusa de não ser o tipo de mulher com quem qualquer homem desejaria se casar. Obviamente ofendida, a médica retruca que não é que ela não possa se casar, apenas não quis se casar. Apesar de sentir-se incomodada com os comentários amargos de Tokura, Miyabi decide arrumar um pretendente, só para provar ao chef do que ela é capaz.


Neste meio tempo, Miyabi reencontra uma velha paixão de adolescência, Sakurai Yosuke (Tokui Yoshimi), que, felizmente, também continua solteiro. O encontro inesperado traz muitas lembranças dos tempos de escola, quando os amores da juventude eram tão intensos quanto inseguros. Miyabi fica esperançosa em finalmente conquistar o amor de Sakurai, mas a chegada da namorada dele, muito mais jovem, complica as coisas. Decepcionada, Myiabi pede ajuda ao rabugento, mas autodeclarado especialista em relacionamentos, chef Tokura. Tokura promete ensiná-la passo a passo, os segredos para encontrar um homem que a peça em casamento. Ele diz que, se ela seguir suas lições, irá conquistar o amor de Sakurai (desafio que ele compara à conquista do Himalaia).


Impaciente com as dificuldades de alcançar o objetivo, Miyabi resolve aceitar a proposta da mãe, e ir a um omiai, mas estes encontros planejados não são nada românticos. Enquanto isso, ela faz amizade com Hashimoto Ryotaro (Seto Koji, de Age Harassment), um jovem garçom, que também costuma entregar os lanches no seu consultório. Miyabi fica encantada com a espontaneidade de Ryotaro. Apesar da diferença de idade, ela começa a imaginar se não é melhor desistir de perseguir Sakurai, e investir em um novo amor.


Por outro lado, Miyabi não faz ideia de que seu consultor sentimental, Tokura, foi abandonado pela mulher, Irie Chinami (Hasegawa Kyoko), e não sabe como convencer a ela e a pequena filha, a voltarem para casa.


Além do texto inteligente e muito bem humorado, o drama conta com um elenco fantástico, destacando-se é claro, o casal de protagonistas, Nakatani Miki e Fujiki Naohito. Fujiki é um dos atores mais respeitados da TV japonesa, mas, em minha opinião, tem sido muito mal aproveitado nos últimos dramas em que atuou. Sua participação mais marcante até hoje deve ter sido no drama romântico Hotaru no Hikari (com duas temporadas e um filme), mas guardo boas lembranças suas em Love Revolution, Slow Dance, Around 40, e Control. Seu personagem em Watashi Kekkon Dekinai Janakute, Shinain desu lembra um pouco o de Last Cinderella (2013), um drama que achei terrível! Mas, felizmente, desta vez o ator ganhou o destaque merecido, tendo a sorte de contracenar com uma atriz incrível, a belíssima Nakatani Miki.


Nakatani Miki (Christmas on July 24th Avenue) é uma destas atrizes raras hoje em dia, que tem um timing perfeito tanto para a comédia como para o drama. Além disso, ela é abençoada com uma beleza clássica, nada afetada. O duelo entre Nakatani e Fujiki é a melhor coisa do drama, intenso e divertido na mesma medida. As fagulhas saltam na tela a cada encontro dos dois.


Apesar de ser fã de Fujiki Naohito (e seu sorriso sedutor), também fiquei encantada com Tokui Yoshimi (Blazing Famiglia), que interpretou Sakurai Yosuke, o primeiro amor de Miyabi. Tokui é um ator muito interessante, meigo e ao mesmo tempo muito másculo! E para as espectadoras mais jovens, também há o ‘colírio’ que é o ator Seto Koji (Age Harassment), como o estudante Hashimoto Ryotaro.


Watashi Kekkon Dekinai Janakute, Shinain desu é um drama muito especial, porque questiona de forma muito séria, mas nada melodramática, as angústias das pessoas que buscam conciliar a busca do sucesso profissional, com a harmonia em família. Uma viagem na qual vale a pena embarcar, e que garanto, passa voando!
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