18 de abr de 2012

Sign (Episódio 4)



Recap (spoilers!)

No final do episódio 3, passaram-se dois anos e o Dr. Yoon Ji-hoon é surpreendido com o surgimento de Go Da-kyeong, agora uma médica legista recém formada. Ela quer ajudar o Dr. Yoon a voltar a investigar o caso Seo Yoon-hyung. Ele, por outro lado, está estressado com as péssimas condições de trabalho na filial do SNF no interior, e não recebe nada bem a notícia da chegada da jovem médica. Para se vingar, ele a faz realizar uma autópsia sozinha, apesar da falta de experiência dela.


A funcionária Hong Sook-joo dá conselhos à Go Da-kyeong de como lidar com os colegas no novo emprego, e sugere que ela ofereça a eles um belo jantar em um restaurante, para agradá-los.


Ao escrever seu primeiro relatório de autópsia, Go Da-kyeong fica confusa sobre a causa da morte da vítima e, a contragosto, acaba procurando a ajuda do Dr. Yoon. Ele dá a Da-kyeong uma verdadeira de aula de como interpretar os elementos tanto da autópsia como da cena do crime. Finalmente tudo fica claro para ela.


Ao visitar a viúva do homem em que realizou sua primeira autópsia, a Dra. Go Da-kyeong descobre que o Dr. Yoon já havia estado lá e explicado para a família as circunstâncias do falecimento. Da-kyeong se dá conta que o Dr. Yoon é uma pessoa muito mais sensível do que imaginava que ele fosse.


Go Da-kyeong reserva uma mesa em um bom restaurante mas, para sua decepção, nenhum dos colegas do SNF aparece. O Dr. Yoon é chamado pelo dono do restaurante, para buscar a jovem, que está completamente bêbada.


Enquanto isso, em Seul, uma cena parecida se repete, só que é o detetive de polícia Choi I-han que tem de resgatar a promotora Jeong Woo-jin, que anda bebendo demais, após ter perdido o caso Seo Yoon-hyung, e uma provável promoção.


Depois de uma noite de ‘fortes emoções’ com Da-kyeong, o Dr. Yoon resolve telefonar para o velho amigo e ex-diretor do SNF, o Dr. Jeong Byeong-do.


Fazia um ano que eles não se falavam e o velho médico fica feliz em ter notícias do afilhado. O Dr. Jeong o aconselha a não ser tão fechado e a tentar interagir mais com quem está ao seu lado.


O corpo de uma jovem chega à filial do SNF, e o Dr. Yoon e sua equipe estabelecem que ela morreu atropelada, possivelmente por um caminhão.


Ao mesmo tempo, na sede do SNF em Seul, o Dr. Lee Myeong-han realiza uma autópsia (para se exibir) diante da audiência de um ministro de governo, que veio entregar uma verba polpuda para o instituto forense. Por coinscidência (ou não) também se trata de uma jovem que teria morrido atropelada por um caminhão.


Ao final da autópsia, o Dr. Lee Myeong-han conclui que a causa da morte da jovem foi acidental, pelo trauma do choque ao ser atropelada por um veículo.

Já o Dr. Yoon Ji-hoon conclui que a morte da garota que ele examinou não foi acidental, mas sim um homicídio disfarçado de atropelamento.



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Observação importante: "Esse não é um site do tipo 'fansub'. Todas as legendas traduzidas por esse blog foram feitas para consumo pessoal (para encaminhar a amigos e familiares) e são divulgadas aqui como cortesia. Portanto, não serão aceitos pedidos (de títulos de dramas ou filmes), sugestões (de formato de vídeo, etc.) ou reclamações (sobre atrasos, formato de arquivos, etc.). Por favor, peço a sua consideração e respeito, pois muitas horas de lazer e descanso são perdidas na realização dessas traduções.

10 de abr de 2012

Wonderful Radio (filme, 2012)


País: Coréia do Sul
Gênero: Drama
Duração: 120 min.

Direção: Kwon Chil-in
Roteiro: Lee Jae-Ik

Elenco: Lee Min-jeong, Lee Jeong-jin, Kwang Soo, Kim Jeong-tae, Jeong Yoo-mi, Kim Hae-sook, Seo Yeong.

Comentário

Wonderful Radio é um drama com pinceladas de humor, que acompanha os percalços na carreira da DJ Sin Jin-ah (Lee Min-jeong), que foi uma estrela da música pop na adolescência, e hoje apresenta um programa de rádio, chamado “Wonderful Radio”. A baixa audiência do programa faz o diretor da rádio contratar um novo produtor, Lee Jae-hyeok (Lee Jeong-jin). O produtor Lee, um cara sério e pouco amigável, logo se choca de frente com a temperamental DJ Jin-ah, que se recusa a seguir suas ordens.


Frustrada com o novo chefe e com a falta de popularidade do seu programa, Jin-ah tem uma ideia inspirada e original – convidar ouvintes para ir ao estúdio, contar algum drama pessoal e cantar uma música. O quadro do programa é um sucesso imediato, para alegria e alívio de todos.

Aos poucos, Lee Jae-hyeok descobre que Sin Jin-ah, além de boa apresentadora de rádio, é uma cantora e compositora de talento único, e vai ajudá-la a voltar à carreira musical.


Filmes sobre bastidores de rádio costumam ser divertidos, e todo mundo tem interesse em saber mais sobre esse mundo. Lee Jae-Ik, que escreveu o roteiro do filme é um bem sucedido produtor de rádio, da rede SBS, e quis mostrar com realismo o dia-a-dia corrido das pessoas que produzem rádio e música.

O diretor Kwon Chil-in - Singles (2003), Hellcats (2007) - quis afastar da atriz Lee Min-jeong a imagem de ‘deusa’, adquirida ao longo de sua carreira, em filmes - Cyrano Agency (2010) - ou dramas – Midas (2011). Segundo o diretor, a tarefa foi mais fácil do que imaginou, já que a atriz é, na vida real, uma pessoa muito normal, que fez faculdade, e começou relativamente tarde na carreira artística. Ele inclusive aproveitou muito bem o talento natural de Lee Min-jeong para a música. Tocando violão, piano e até mesmo escrevendo o texto de apresentação do seu personagem durante o programa de rádio, Lee Min-jeong provou que é bem mais que uma mera diva do cinema coreano.


E, para quem tem saudades do sempre lindo e simpático Lee Jeong-jin (do inesquecível drama 9 End 2 Outs), é impossível deixar de ver Wonderful Radio. Se ele já provou que pode ser muito cruel, como no filme Troubleshooter (2010), aqui ele volta a interpretar o rapaz que toda moça gostaria de apresentar à sua mãe. O próximo trabalho de Lee Jeong-jin  deve ser um grande desafio – o filme Pieta, nova produção do controvertido diretor Kim Ki-duk.

Uma curiosidade para os fãs dos dramas coreanos é a participação das atrizes Jeong Yoo-mi (Rooftop Prince, 2012) e Kim Hae-sook, que atuaram juntas recentemente no melodrama A Thousand Days Promise. E tem vários ‘cameos’ de músicos, como o sempre divertido Kim Tae-won, da banda de rock Boohwal.

1 de abr de 2012

Sign (Episódio 3)


Recap (spoilers!)

No episódio anterior, um comitê disciplinar é reunido para julgar o Dr. Yoon Ji-hoon. Os especialistas autorizam uma nova autópsia no cadáver de Seo Yoon-hyung, para esclarecer de vez a causa da sua morte. O encarregado de realizar o novo exame é o diretor do SNF, Jeong Byeong-do. A conclusão de sua autópsia é de que o Dr. Lee Myeong-han tinha razão, ou seja, que o rapaz morreu envenenado, e não sufocado, como havia afirmado o Dr. Yoon.


O Dr. Jeong pede desculpas, entrega seu cargo de diretor do SNF e vai embora, deixando o Dr. Yoon espantado e revoltado. O que o Dr. Yoon não sabe é que o Dr. Jeong foi ameaçado pelo Dr. Lee, que prometeu revelar um segredo terrível de seu passado, caso ele não ratificasse o resultado (falso) da autópsia, de envenenamento.


Enquanto isso, Go Da-kyeong encontra a fita que havia sido roubada da cena do crime do caso Seo Yoon-hyung, queimando dentro de um latão, no pátio da casa do chefe da perícia.


Ao confrontá-lo, ele confirma tudo e tenta justificar que problemas de saúde o levaram a aceitar um suborno para desaparecer com a prova. Profundamente decepcionada, ela resolve deixar o emprego de perita criminal.


A promotora Jeong Woo-jin também está deprimida por não poder fazer nada quanto ao fato gritante de fraude e corrupção envolvendo o caso Seo Yoon-hyung. O detetive Choi I-han aparece para repreendê-la por não tomar uma atitude, mas acaba consolando-a.


Chateada, Jeong se recorda do último encontro que teve com Dr. Yoon, anos atrás, quando ele a pediu em casamento, mas foi rudemente dispensado, por não atender ao pedido dela para que deixasse o SNF.


Finalmente o Dr. Lee consegue realizar sua maior ambição, a de administrar o SNF, e sua primeira resolução é despachar o Dr. Yoon para a filial no sul do país, bem longe da capital.


Mais uma vez a promotora Jeong e o detetive de polícia Choi entram em conflito, quando ela se recusa a processar (por falta de provas) um suspeito de incêndio criminoso que ele prendeu. Jeong está frustrada por não ter sido promovida, apesar de ter sempre seguido as ordens do chefe da promotoria, mesmo as mais questionáveis.


Já faz quase dois anos que o Dr. Yoon está trabalhando na filial do SNF. O grupo de três peritos que trabalhava na sede do SNF, e que mais bajulava o Dr. Lee, também acaba sendo despachado para o sul, e ficam se perguntando o motivo da repentina transferência.


O Dr. Yoon é surpreendido pela chegada de um novo integrante no instituto de perícia do sul...


...a recém-formada em medicina legal, Dra. Go Da-kyeong.
Go Da-kyeong conta ao Dr. Yoon que também não pôde esquecer do caso Seo Yoon-hyung, e quer retomar, junto dele, a investigação do crime.


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29 de mar de 2012

As Mulheres Poderosas do Drama Japonês

Quem gosta de assistir dramas coreanos ou japoneses, sabe que a variedade é enorme, e às vezes é complicado eleger aqueles a serem vistos a cada nova temporada. Embora eu me interesse pelos gêneros os mais variados (drama, policial, comédia, etc.), é claro que, como mulher, os dramas que tem uma ou mais mulheres como personagens principais, sempre chamam mais a minha atenção. E pensando em todos os dramas com temática feminina que já vi, concluí que os dramas japoneses são os que melhor retratam a vida das mulheres de hoje. Não que os dramas coreanos não tenham ótimos exemplos do gênero, mas tem um machismo muito presente em todas as estórias, sem falar no complexo de cinderela de muitas heroínas... Mas esse assunto fica para outra oportunidade, pois dessa vez eu gostaria de falar sobre algumas personagens especiais que já habitaram o mundo do drama japonês, e que nunca serão esquecidas.

A mulher do drama nipônico é cosmopolita, culta, educada, independente e... solteira. Embora familiares, amigos e colegas encarem a condição dela (de solteira) como uma espécie de limbo social, ela sofre em silêncio essa pressão diária. Obviamente ela quer encontrar o amor, mas ela também quer ter reconhecimento e sucesso profissional, igual a qualquer colega homem.
Mas, vamos deixar que essas damas se apresentem pessoalmente:

Amami Yuki, drama BOSS

Osawa Eriko

Meu nome é Osawa Eriko, chefe de uma nova unidade da polícia metropolitana de Tóquio, especializada em crimes hediondos. Depois de alguns anos de treinamento com o FBI, fui convidada a voltar ao meu país. No começo, fiquei entusiasmada com a ideia, mas ao ver que a equipe designada a mim é na verdade um bando de ‘rejeitados’ dos quadros policiais, comecei a desconfiar ter caído em uma armadilha. Qual é o propósito dos meus chefes? Não estou certa, mas não vou deixar de fazer bem o meu trabalho e provar a eles que sou capaz. Um ‘probleminha’ com um ex-namorado é que me fez ser despachada para o exterior, mas eu aprendi minha lição. Mas, só aqui entre nós, garotas… tenho um fraco por homens em uniforme. Ah, e os detetives sob o meu comando insistem em me chamar de “Boss”.

Meu lema: “Numa cena de crime sangrenta, é maior o motivo para não perder a elegância”.

Kanno Miho, drama "Hataraki Man"

Matsukata Hiroko

Olá, meu nome é Matsukata Hiroko, 28 anos, mais conhecida entre meus colegas como “hataraki man” (homem trabalhador). É, um apelido nada lisonjeiro, só porque sou uma profissional dedicada ao meu ofício, e por isso não tenho tempo para me envolver num romance sério. Acontece que não é fácil trabalhar como editora em uma revista semanal, correr atrás de notícias ‘quentes’, aguentar a pressão do chefe e a ‘moleza’ de certos colegas. Meu sonho é subir na carreira e ser editora-chefe, se possível de uma revista séria, e não no tabloide vulgar em trabalho há anos.

Meu lema: “Abaixo o machismo!”.

Shinohara Ryoko, drama "Anego"

Noda Naoko

Prazer em conhecê-los, meu nome é Naoko, trabalho há muitos anos como secretária executiva de uma grande empresa de exportação. Tenho muito orgulho do meu trabalho, e trato meus colegas com muito carinho e atenção. Não gosto muito que eles me chamem algumas vezes de ‘anego’, mas é porque sou como uma irmã mais velha para todos, ajudando quando eles têm dificuldades, ouvindo seus problemas pessoais, etc. Tenho de admitir que às vezes me sinto um tanto solitária... Minha obsessão em estar sempre tentando resolver os problemas dos outros, acaba prejudicando tanto minha vida pessoal como minha carreira profissional. E o fato de, repentinamente, aparecerem dois homens completamente diferentes (e interessantes) no meu caminho, tornou tudo ainda mais confuso. O caminho da felicidade às vezes é cheio de curvas e desvios, e fica complicado escolher qual é o certo.

Meu lema: “O príncipe encantado existe, só que ele já é casado”.

Matsuyuki Yasuko, drama "Perfect Report"

Aoyama Kana

Eu realmente não gosto de falar sobre mim mesma, mas se querem saber, sou Aoyama Kana, tenho 38 anos, e trabalho como repórter de TV, para o canal CTN. As pessoas confundem minha paixão pela busca da verdade, com teimosia e inflexibilidade. Identifico-me muito com a chefe de polícia Osawa Eriko, pois, após 15 anos de trabalho duro, fui jogada no porão do prédio da emissora de TV, junto com um grupo de repórteres de segunda linha. Um horror, pois tenho de resolver tudo sozinha, e ainda me acusam de ser mal educada e rebelde.  Mas os meus chefes não contavam com minha determinação em ir fundo nas estórias, custe o que custar! Muitas mulheres gostariam de saber como eu consigo passar a noite dormindo no sofá do escritório, só comer porcarias, e mesmo assim estar sempre linda… Mas isso é segredo!

Meu lema: “A reportagem perfeita é aquela que revela apenas a verdade absoluta”.

Karina, drama "Real Clothes"

Amano Kinue

Até pouco tempo atrás, eu me apresentaria como a Srta. Amano Kinue, uma simples funcionária de uma grande loja de departamentos de Tóquio. Mas as coisas mudaram radicalmente nos últimos meses. Desde que fui transferida para a seção de moda feminina da loja, passei a prestar mais atenção à minha aparência, e a como os outros me veem. Mas o mais importante foi ver que há muitas coisas diferentes e pessoas interessantes no mundo, nas quais eu nunca tinha reparado. Se os desafios são grandes, as oportunidades são ainda maiores!

Meu lema: “Sua aparência externa diz quem você é”.

27 de mar de 2012

Sign (Episódio 2)


Recap (spoilers!)

No episódio anterior, vimos o Dr. Yoon ‘roubar’ o cadáver do vocalista da banda Voice, e realizar uma autópsia às pressas, antes que o Dr. Lee Myeong-han e a promotora Jeong pudessem impedi-lo. Quando finalmente conseguem entrar na sala, o Dr. Yoon está pronto para revelar a causa da morte: homicídio. Aparentemente, o jovem cantor Seo Yoon-hyung foi sufocado até a morte.


Enquanto isso, a promotora Jeong recebe um telefonema com a notícia de que alguém já confessou a autoria do crime na delegacia de polícia. É Lee Soo-jung, a maquiadora do VOICE. Ela diz que o matou por envenenamento.

O Dr. Yoon fica surpreso e afirma que é impossível que o músico tenha sido envenenado, pois a autópsia revela que a causa da morte foi mesmo sufocamento.

A promotoria consegue um mandado para recolher o cadáver de Seo Yoon-hyung, bem como todo o material colhido durante a autópsia, e o caso e retirado das mãos do instituto forense (SNF).


A perita Go Da-kyeong não se conforma por terem perdido o caso e resolve voltar à cena do crime para investigar, quando encontra o Dr. Yoon examinando as fitas de vídeo das câmeras de segurança. Os dois passam a noite examinando uma centena de imagens, em busca de alguma pista da identidade do criminoso.



É então que eles reparam numa mulher misteriosa presente nas imagens, carregando o que parece ser uma almofada azul, dentro de uma sacola (o Dr. Yoon havia encontrado fibras azuis na traqueia de Seo Yoon-hyung, ao fazer a autópsia).


Entretanto eles acabam frustrados por não conseguir descobrir a identidade da suspeita, e muito menos qualquer rastro da tal almofada.


No dia seguinte o Dr. Lee Myeong-han reúne a imprensa para confirmar que a causa da morte de Seo Yoon-hyung foi envenenamento ( e não sufocamento, como havia concluído o Dr. Yoon).


Enquanto isso, o detetive de polícia Choi I-han também realiza uma investigação paralela do caso, e leva para a promotora Jeong documentos comprovando que a família da jovem que se entregou como assassina do cantor Seo recebeu uma grande quantia em dinheiro de um político influente.


Jeong corre para falar com o chefe da promotoria, e ele não parece surpreso com o fato e adverte que pode ser perigoso ela se envolver com gente tão poderosa e influente. Ela fica obviamente chocada.


O Dr. Yoon é obrigado a passar pela sabatina de um comitê disciplinar, e ele reafirma sua tese de que a sua autópsia é que teve o resultado correto. Os especialistas forenses julgando a causa concordam que se realize uma nova autópsia, para descobrir quem tem razão, o Dr. Yoon, ou o Dr. Lee.

Isso definitivamente não é um 'bromance'!
Em outra parte da cidade, Go Da-kyeong vai até a casa do seu chefe, que acaba de se aposentar como perito, e faz uma descoberta chocante...


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26 de mar de 2012

Horan (cantora)


Photo-by-Lee-Sang-yeol
Mais conhecida como vocalista do trio sul coreano Clazziquai Project, banda que experimenta vários gêneros musicais, como música eletrônica, acid jazz e bossa nova.

Horan também segue com projetos paralelos, com sua banda IBADI, com trabalhos musicais solo, e com uma tímida carreira de atriz.

Nascida Choi Sujin, em 1979, é formada em Psicologia, pela Universidade de Yonsei.


Em entrevista recente ao The Yonsei Annals, Horan, contou que sonhava ser cantora desde a adolescência. Aconselhada pelos pais, resolveu seguir com os estudos acadêmicos, mas a partir do segundo semestre universitário ela, que já vinha recebendo várias ofertas de contrato de gravadoras, resolveu seguir de vez a carreira musical.

No ano de 2001, Alex e o DJ Clazzi (Mr. Clazziquai) fundaram o Clazziquai Project, no Canadá. Quando surgiu a primeira oportunidade de gravar um álbum, é que Horan entrou no projeto. Ela credita todo o mérito de levar a música eletrônica sofisticada para a Coréia do Sul ao DJ Clazzi. Horan descreve sua contribuição como a de “um instrumento dentro do Clazziquai, tentando expressar bem a música eletrônica”.

Alex, DJ Clazzi, Horan

A cantora adotou o nome Horan desde que debutou como artista, e diz que a mudança foi uma forma de “simbolizar uma mudança de identidade em minha nova vida e um ponto de virada na carreira musical”.

Quanto ao Clazziquai, segundo ela, um novo álbum deve sair no final desse ano de 2012. Enquanto isso, Horan prepara um novo disco com seu projeto musical paralelo, o IBADI.

IBADI




Horan conta que também está trabalhando em um livro, chamado “Horan´s Da Capo”. Ela explica que ‘da capo’ é um termo musical especial que significa ‘voltar ao princípio’. O livro é uma coletânea de artigos que ela vem escrevendo para a revista masculina Men´s Health coreana, numa coluna intitulada Walk Between the Lines. Estes artigos consistem de ensaios e estórias sobre a indústria da música.

Horan, ao contrário de seu parceiro musical Alex (Pasta, drama, 2010), não tem se aventurado com seriedade na carreira de atriz, apesar de uma estreia promissora no drama Call of the Country (2010). Depois disso ela fez pequenas participações especiais (a maioria como ela mesma) na TV, como nos dramas All About Marriage (2010), The Greatest Love (2011), e no filme Always (2012), num duo com Alex, cantando a música tema Blooming Flowers. Fazia três anos que os dois não subiam ao palco juntos. Foi uma alegria para quem é fã, matar a saudade desse casal tão lindo e talentoso!

Alex e Horan

Uma curiosidade: é óbvia e reconhecida a influência da bossa nova em alguns dos álbuns do Clazziquai... E isso fica mais do que claro em uma cena do drama Call of the Country, quando o personagem interpretado por Horan (a agente de polícia Choi Eun-seo) comenta com o ator Kim Sang-kyeong (como o agente Go Jin-hyeok) que seu músico favorito é João Gilberto!? (ele mesmo, o pai da bossa nova).

Call of the Country, drama

Para ouvir Horan: álbum "Color Your Soul" (Clazziquai, 2005); single "Solitude" (Ibadi - Brain OST, 2012).




Para ver Horan, atriz: Call of the Country (2010), como a agente Choi Eun-seo.

24 de mar de 2012

Sign (Episódio 1)


Recap (spoilers!)

O primeiro episódio de Sign começa, na verdade, pelo clímax do final do mesmo episódio. Estranho? Um pouco, mas ao longo desse primeiro capítulo vamos entendendo como (e por que) o nosso herói, o Dr. Yoon Ji-hoon, se meteu em tal confusão. Mas vamos pular essa introdução, por enquanto.


A estória começa mesmo em um estádio lotado de fãs esperando ansiosamente pela apresentação da ‘boy band’ VOICE. Após o show, o grupo vai para os bastidores preparar-se para o biz, só que na volta ao palco, o vocalista principal, Seo Yoon-hyung, não aparece. Minutos depois, ele é encontrado morto em seu camarim.

A perita Go Da-kyeong e a promotora Jeong Woo-jin

A polícia e a promotoria são chamadas, e o local fica caótico, com a presença das fãs enlouquecidas e da imprensa. A promotora pública, Jeong Woo-jin, chega ao local para comandar a investigação do incidente.


Na cena do suposto crime, a promotora Jeong conhece o detetive de polícia Choi I-han, e não fica nada impressionada com o visual de roqueiro do rapaz, que tenta acalmá-la quando ficam sabendo que uma das provas principais, uma fita de vídeo da vigilância, desapareceu.


Enquanto isso, o Dr. Lee Myeong-han está dando um parecer sobre a causa da morte de um operário, diante de um grupo de parlamentares, quando surge o Dr. Yoon, para rebater e oferecer um laudo completamente oposto sobre o caso. Os dois se conhecem há anos e, obviamente, são rivais.


No instituto forense, a perita Go Da-kyeong está entusiasmada por finalmente poder conhecer o famoso médico legista Dr. Yoon Ji-hoon. Mas fica profundamente decepcionada com o modo pouco amigável com que o médico recebe seu relatório sobre a morte do cantor Seo Yoon-hyung, enchendo de críticas o trabalho realizado por ela e por seu chefe.

Ups! Corpo errado...

O diretor do instituto forense, o Dr. Jeong Byeong-do, havia designado o Dr. Yoon para realizar a autópsia do jovem Seo Yoon-hyung, mas acaba sofrendo pressão de um advogado influente e da promotoria, para passar o exame para outra pessoa. Essa pessoa é o ambicioso Dr. Lee Myeong-han.


Ao ficar sabendo que não vai poder fazer a autópsia, o Dr. Yoon fica desconfiado de que exista um complô para esconder a causa da morte do músico e resolve agir. Ele ‘rouba’ o corpo e se tranca em uma sala para realizar por conta própria a autópsia, para surpresa e ira do Dr. Lee e da promotora Jeong.


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