27 de out de 2012

B.A.P. (kpop music)


É difícil levar a sério, ao menos em termos artísticos, muitas das boybands coreanas, que surgem em maior profusão que o inço no jardim da minha casa. Mas, apesar da qualidade duvidosa de algumas, vez que outra surgem talentos que podem ser reconhecidos a primeira vista.

O grupo B.A.P. saído recentemente da cozinha mágica da agência TS Entertainment é um bom exemplo de sucesso quase instantâneo - e merecido - no mercado asiático.


A trupe de seis lindinhos oxigenados é composta por Bang Yong Guk, Kim Hincham, Jung Daehyung, Yoo Youngjae, Moon Jong Up e Choi Zelo. O destaque no grupo vai para Bang Yong Guk, que vem do hip hop underground - deve vir daí as pegadas mais "sujas" e interessantes de algumas músicas do B.A.P. O talentoso Yong Guk deve ser o primeiro a sair em carreira solo muito em breve. A conferir!

Veja mais em http://bit.ly/VvkVGe

Enquanto isso, é impossível não gostar do MV divertidíssimo do single "Stop It".

25 de out de 2012

Sign (Episódio 18)


Recap (spoilers!)

Como vimos no episódio anterior, a promotora Jeong Woo-ji foi até o local onde seu amado detetive Choi estava fazendo uma campana, mas deu o azar de cruzar com o suspeito de ser o “assassino do martelo”.


O detetive Choi falava com Woo-ji ao celular quando a ligação é interrompida bruscamente. Ele corre até uma rua próxima, e a encontra caída, com um ferimento na cabeça.


continua... (clique abaixo)

23 de out de 2012

Finais de Dramas


Nas últimas semanas, vários dramas deram adeus, alguns deixando saudades, outros nem tanto...

É uma tristeza que o tempo seja tão curto – o ano está acabando! – e tenha sido impossível acompanhar todas as tramas desta temporada. No meu caso, os dramas japoneses acabaram escanteados pelos coreanos neste semestre. Mas tudo bem, eles sempre estarão lá, a espera de uma oportunidade de serem descobertos – aliás, vários dramas nipônicos tiveram problemas com atraso ou desistência nas traduções, o que me fez abandonar algumas boas séries pelo caminho.


Já que estamos falando sobre os dramas japoneses, comecemos por Sprout, um melodrama juvenil que teve um total de 12 episódios. Um grupo de belos adolescente, vivendo com intensidade o primeiro amor. Um romance de verão, com fotografia etérea, um trilha sonora moderninha (o som delicioso do Grouplove por si só faz recomendar este drama). Não há muita estória, é mais um recorte da vida de um grupo de jovens muito normais, em uma pequena cidade japonesa – mas a estória poderia se passar em qualquer lugar do mundo, afinal, as alegrias e as dores de um primeiro amor são iguais em qualquer língua. Lá pela metade do drama, perdido o impacto inicial da beleza dos atores e da cenografia, a coisa fica meio repetitiva, e só resta a curiosidade em saber quem fica com quem (embora não seja tão difícil assim de se adivinhar). Mas Sprout é um drama que agrada tanto aos olhos quanto ao coração, pois é impossível não despertar lembranças ternas de uma primeira paixão, em quem já foi adolescente um dia. Assista e depois corra atrás das músicas do Grouplove.


Rich Man, Poor Woman foi o grande hit da temporada na TV japonesa, graças ao casal de atores Ishihara Satomi e Oguri Shun. Com 11 episódios, Rich Man, Poor Woman deixou mais saudades do ubersexy Oguri Shun do que do drama em si. É claro que o par Ishihara Satomi e Oguri Shun deu muito que falar, mas a trama não foi das mais originais – me fez lembrar muito o malfadado Tsuki No Koibito, com Kimutaku. Rich Man, Poor Woman é encantador quando o casal Hyuga Toru e Natsui Makoto está junto em cena, mas o interesse diminui muito nas demais situações. Para quem está familiarizado com os ‘doramas’ japoneses não chega a ser uma surpresa a falta de cenas mais ‘calientes’, mas neste caso, com um casal tão lindo foi uma pena a produção não ter sido um pouquinho mais ousada. Por isso, eu diria que RMPW é recomendado para iniciadas nos doramas japoneses, e para as fãs loucas por Oguri Shun (hoje em dia um respeitável senhor casado, não se esqueçam). Ponto positivo para a música de abertura, a super fofa “Hikari e” de Miwa.


To the Beautiful You, como já era esperado, não se atreveu a inovar ou muito menos a superar o original japonês, Hana Kimi. Como nas versões Disney dos contos de fada, o drama escolar To the Beautiful You é mais reluzente, mais espetacular, mas muito menos impactante que o material que o inspirou. Por outro lado, os projetos da SBS TV devem ser respeitados pela qualidade dos profisionais neles envolvidos! Mesmo tendo visto as versões anteriores, e sabendo que as surpresas serão zero, o drama é diversão acima da média. Como já comentei aqui, ainda recomendo fortemente que assistam a uma das versões japonesas da estória, mas sem desmerecer o trabalho dos atores e a produção de To the Beautiful You.


O melhor drama médico da temporada (houve outro?), Golden Time, vai deixar boas lembranças nos fãs do gênero. É o tipo de drama que poderia tranquilamente se estender por mais uns meses, ou até mesmo ter uma segunda temporada. GT certamente vai estar entre os meus ‘top 10’ do ano. Um drama à primeira vista incrivelmente simples, mas talvez esta seja a sua maior qualidade, não tentar inovar, mas passar o máximo de realismo para o espectador. Ao contrário do drama Brain, que se concentrava principalmente nos médicos e em suas ambições pessoais, o personagem principal de Golden Time é o hospital. A preocupação é mostrar os sacrifícios pessoais e profissionais de uma equipe médica por seus pacientes. Um diretor excepcional este de GT, que conduziu o elenco como uma grande orquestra, afinada e melodiosa até o final de seus 20 maravilhosos episódios. Imperdível!


Panda and the Hedgehog foi um daqueles dramas da TV a cabo coreana (Channel A), que deve ter passado batido para muita gente, não sem razão. Uma trama fraquinha, atores medianos, mas que teve seus encantos ao longo de curtos 16 episódios. O que me fez conferir o drama foi o tema da gastronomia, e realmente, os cupcakes e os macarones preparados na cozinha do chef Go Seung-ji são uma atração à parte. Mas confesso que se não fosse pelo elenco masculino, teria largado o drama no primeiro episódio. Graças à presença dos atores Lee Dong-hae (Attack on the Pin-Up Boys) e Choi Jin-hyeok (I Need Romance), o drama pôde superar suas muitas deficiências de roteiro e elenco coadjuvante. Me desculpem os fãs da atriz Yoon Seung-ah, mas sua interpretação neste drama em particular não foi das mais entusiasmantes. Acho que a própria produção percebeu que o drama crescia muito mais nas cenas em que a dupla masculina contracenava, do que nas cenas românticas entre o casal central (Dong-hae e Seung-ah). Como já aconteceu em muitos outros dramas, o ‘bromance’ floresceu e despertou mais interesse no público – tanto que a pobre Panda acabou quase esquecida nos episódios finais. Para quem teve coragem de acompanhar este drama até o final, ao menos foi agraciado com um belo desfecho, romântico, emotivo e alegre, tudo ao mesmo tempo. Um drama açucarado, do início ao fim.
 


Um drama que misturou de forma surpreendente romance, suspense, sobrenatural e drama histórico, Arang and the Magistrate foi provavelmente o drama mais ousado da temporada. Mais um para entrar na lista dos meus favoritos de 2012, Arang and the Magistrate é um drama diferenciado em termos artísticos. Sem medo de seguir um ritmo mais lento, com o objetivo claro de desenvolver bem a trama e os personagens, a roteirista Jeong Yoon-jeong (Chosun Police) criou um drama excepcional. E o mérito pela qualidade de Arang and… deve de ser compartilhado com Kim Sang-ho-I (Soul, Can You Hear My Heart) que se revelou um diretor extremante criativo e seguro. A princípio me preocupou muito o elenco tão reduzido, mas isso acabou se revelando uma vantagem, já que a roteista pôde dar vida e dimensão aos personagens. E claro que ajudou muito o talento coletivo do elenco. O par romântico, Lee Joon-ki e Sin Min-ah, está presente lado a lado em boa parte das cenas, e se a relação entre os dois não fosse natural e envolvente, o drama perderia toda a sua graça. Felizmente, Arang (Min-ah) e o Magistrado (Joon-ki) formaram um dos casais mais adoráveis da história dos dramas, e serão lembrados com carinho por quem acompanhou sua bela e misteriosa jornada. Foram 20 episódios (MBC TV) que passaram voando… E Lee Joon-ki arrasa cantando “One Day” para a trilha musical de Arang and the Magistrate.

18 de out de 2012

The Divine Weapon (filme, 2008)


País de origem: Coréia do Sul
Gênero: aventura, guerra, drama
Duração: 134 min.

Produção: KnJ Entertainment
Direção: Kim Yoo-jin
Roteiro: Lee Man-hee

Elenco: Jeong Jae-yeong, Han Eun-jeong, Ahn Seong-gi, Heo Joon-ho.

Resumo

Durante o reinado de Sejong, a Dinastia Joseon (1392-1910) foi a personificação do estado perfeito. Para a dinastia Ming chinesa, o poder imperial aspirante, Joseon se apresentava como um obstáculo à sua expansão territorial. A China exigia submissão e interferia nos assuntos internos de Joseon. Enquanto isso, o reino também sofria com as ameaças constantes dos bárbaros do norte. Irritado com a interferência dos chineses, o rei Sejong desenvolve secretamente o “Lançador de Flechas Fantasma”, uma arma que ele planejava usar para retomar o território de Joseon e sua supremacia. Mas quando os chineses descobrem o plano, o imperador Ming tenta interrompê-lo com força, desencadeando uma onda de violência.

Comentário

The Divine Weapon, um filme com orçamento de U$ 10 milhões (grande para os padrões coreanos) procura dramatizar a história e a política que cercou o primeiro sistema mundial de foguete de multilançamento, inventado na Era Joseon, sob o reinado de Sejong (1418-1450), no esforço de enfrentar a China com maior autonomia.
 

O filme é dirigido por Kim Yoo-jin (1950), mais conhecido pelo melodrama A Promise (1998), estrelando Jeon Do-yeon. O roteirista Lee Man-hee tem sido parceiro constante do diretor Kim em seus projetos cinematográficos, mas também é conhecido pelo drama Lovers (2006), e pelo filme 71-Into de Fire (2009).

The Divine Weapon tem no elenco o veterano ator Ahn Seong-gi (Unbowed, 2011) – que acaba de ganhar uma estrela na calçada da fama em Hollywood - como o rei Sejong, Jeong Jae-yeong, como um contrabandista, e Han Eun-jeong (The Lawyers of the Great Republic Korea, drama), como a filha de um inventor de armas de guerra. Complementando o elenco, o grande ator Heo Joon-ho (Moss, 2010), como o general Chang-kang.

Fazer ficção histórica é sempre arriscado – e pode dar muito errado, como no caso do filme Gabi, comentado recentemente por aqui. Mas este felizmente não é o caso de The Divine Weapon, que mistura com sabedoria política e aventura com romance, e uma pitada saudável de humor.

O resultado é uma recriação detalhada de uma época de grande tensão geopolítica (embora o conflito sino-coreano tenha se dado um século antes do retratado) em que o pequeno reino de Joseon luta como Davi, contra o gigante Golias que era o império Ming.


O rei Sejong contrata um engenheiro brilhante (uma espécie de Da Vinci coreano) para desenvolver uma arma de guerra sofisticada e extremamente potente para combater seus inimigos – os chineses e os bárbaros. Quando os chineses descobrem o plano vão à caça do inventor de armas, que acaba morrendo. Resta apenas sua filha, Hong-ri, para resguardar o projeto secreto do rei.

Os chineses têm bons motivos para temer a arma inovadora, que além de disparar múltiplas flechas ao mesmo tempo, carrega explosivos mortais. A arma (Daesingijeon) era capaz de disparar flechas que voavam por 2 km antes de explodir crateras de até 30 cm de profundidade. Este impressionante aparato da engenharia bélica foi criado por volta de 1500, para afugentar tanto os invasores do norte como os piratas japoneses – seu projeto é reconhecido pela Federação Astronáutica como o mais antigo do gênero.

Embora estes fatos históricos reais sejam realmente marcantes, o protagonista desta trama não é o rei ou o seu inventor genial. O destino do reino acaba nas mãos de um contrabandista chamado Seol-ju. Seol-ju é filho de um fabricante de pólvora, e por isso é escolhido pelo rei para dar continuidade ao projeto secreto. Acontece que Seol-ju tem de abrigar Hong-ri, e ajudá-la na construção da arma de guerra. Hong-ri, uma mulher bonita e inteligente não gosta nada dos modos grosseiros do mercador Seol-ju, mas a convivência acaba por despertar sentimentos mais profundos no casal.


Apesar de filmes de guerra em geral serem pesados e dramáticos, The Divine Weapon consegue suavizar o tema com personagens simpáticos, dando espaço para algumas boas risadas e até um pouco de romance enternecedor. Ou seja, é um filme para agradar a todos os públicos (a partir dos 15 anos, por causa das cenas de violência). Para quem gostou de filmes como Arrow, the Ultimate Weapon, ou quer ver Jeong Jae-yeong em um romance histórico (muito sexy, de cabelos longos), The Divine Weapon é uma boa pedida para uma sessão pipoca.

7 de out de 2012

O Futuro Casal Perfeito dos Dramas


Os dramas coreanos já nos presentearam com muitos casais maravilhosos, que ficarão para sempre em nossa memória. Mas e quanto àqueles que nunca tiveram a sorte, ou o destino de se encontrarem? Homens e mulheres que poderiam ‘soltar faíscas’ ao se apaixonarem – ao menos no mundo de fantasia dos dramas.

A quantidade de atores trabalhando atualmente nos dramas é enorme, por isso cito apenas alguns dos casais que imagino serem capazes de gerar um material potencialmente ‘explosivo’. Não vou mencionar os atores muito jovens, pois estes terão muitas oportunidades futuras de formarem muitos pares românticos épicos.


O primeiro casal– e um dos mais óbvios para muita gente – é Hyung-bin e Yoon Eun-hye. Embora não tenham estado juntos no mundo da ficção, já gravaram um comercial de roupas que despertou a curiosidade de muitas fãs.

Pelas fotos, eles parecem um casal forjado nos céus! Yoon Eun-hye (Coffee Prince) tem a rara habilidade de sempre despertar o lado mais romântico de seus coadjuvantes masculinos – vide Yoon Sang-hyeon (em My Fair Lady), e Kang Ji Hwan (em Lie to Me). Se um dia por sorte ela conseguir conquistar o coração de Hyung-bin, terá de ser em uma comédia romântica (óbvio), e numa situação em que houvesse uma boa dose de contato físico – eles poderiam ter de dividir a mesma casa, ou trabalhar juntos em um projeto complexo (talvez construindo uma casa, só para ficar no tema?). Quem mais você gostaria de ver como par romântico de Yoon Eun-hye?

Kim Seon-ah, uma de minhas atrizes favoritas, já teve a sorte de contracenar com muitos homens lindos e talentosos, mas, ultimamente, acho que os produtores têm forçado a barra ao fazê-la contracenar com atores cada vez mais jovens (assim ela vai acabar na cadeia, rerê!).

Certamente todos se lembram do par perfeito de Kim Seon-ah, o ator Cha Seung-won, no drama The City Hall. Cha Seung-won é um pouco mais velho (5 anos) que Kim Seon-ah, e é alto o bastante para que ela possa usar saltos altos com tranquilidade. Além da química incrível que rolava entre os dois, eles formaram um casal muito bonito (pena que ele já era casado na época).


Então, quem seria compatível o bastante com a atriz para apagar Jo-gook da memória dela – e das fãs? É complicado, mas, para começar, eu gostaria de ver Kim Seon-ah ao menos ao lado de um cara não tão jovem (ela é de 1975). Para uma comédia romântica eu poderia pensar em Yoon Sang-hyeon (Secret Garden) – não é muito alto, mas é dois anos mais velho que ela, e já provou que não se intimida com grandes estrelas – basta ver sua magnífica atuação ao lado de Choi Ji-woo, em Can´t Lose.


Para um melodrama, eu poderia pensar, por exemplo, em Kim Seung-soo (Still You, 2012), um ator que mostrou grande potencial no drama I Am Legend, no qual fazia o papel de marido de Kim Jeong-eun (Ooh La La Couple). Um ator que tem sido subaproveitado e que poderia crescer muito ao lado de Kim Seon-ah – como, aliás, acontece com todos os atores que contracenam com ela.


Uma terceira alternativa seria Oh Ji-ho (Chuno), que, só por sua altura faria um par muito bonito com Kim Seon-ah. Mas teria de ser um drama romântico, já que Oh Ji-ho, convenhamos, é um ator mediano (embora seja belíssimo!).

E quanto à Kim Ha-neul (On The Air), que acaba de ter um romance inesquecível com Jang Dong-gun (na telinha, bem dito, já que o moço é casado)?! Gostaria de ver a atriz viver um grande romance que talvez pudesse virar realidade. Kim Ha-neul é solteira, tem 34 anos, e confessou em entrevista recente ser uma pessoa muito tímida e reclusa. Sendo assim, ou ela conhece um grande amor no trabalho, ou vai acabar tendo de partir para um casamento arranjado... Brincadeirinha! Mas bem que ela merece uma oportunidade, em um drama bem romântico – poderia ficar com a comédia romântica, até que ela não se saiu tão mal em A Gentleman´s Dignity – e com o par perfeito. Ator lindo e solteiro é o que não falta na dramalândia, mas quem seria o homem perfeito para Kim Ha-neul? Pelo perfil pessoal dela, gostaria de imaginar um jovem cavalheiro, alto, elegante, inteligente (talvez até meio nerd) e disponível!...
 
 
... Alguém como Lee Dong-wook (Scent of a Woman), talvez? Ele é três anos mais jovem que Kim Ha-neul, mas é alto, parece ser um cara sensível (Kim Seon-ah se apaixonou!), perfeito como par em um drama romântico.  


Outro que poderia dar o que falar como amante fictício de Ha-neul seria Lee Dong-geon. Na verdade os dois já contracenaram antes, no drama Stained Glass, mas eu certamente daria mais uma chance ao casal. Após dois anos de árduo serviço militar, Dong-geon está estudando ofertas de roteiros, e ainda não se decidiu... Que tal um romance com toques de comédia (eu o adorei em When It´s at Night)... A estória poderia começar com um encontro em Paris - como em Lovers in Paris, só que com um final mais feliz para Dong-geon. Com sua voz aveludada, ele poderia fazer muitas serenatas para a romântica Kim Ha-neul.


É difícil encontrar atores com mais de 35 anos, descomprometidos e que ainda não tenham contracenado com Ha-neul. Um que tem um perfil mais ‘cool’ (e meio geek) é o ator Kim Joo-hyeok (fazendo sucesso no momento com o drama sageuk God of War). Talvez eles pudessem se encontrar em um drama épico, como príncipe e princesa?!

3 de out de 2012

Ooh La La Couple


Uma comédia romântica com toques dramáticos, Ooh La La Couple é a volta da atriz Kim Jeong-eun ao que ela faz de melhor, comédia. Por coincidência eu estava mesmo revendo Lovers (2006) com ela e, apesar de este ser um super melodrama, é impossível não rir com o personagem da cirurgiã plástica que se apaixona por um gangster. E estou torcendo para que Ooh La La Couple seja bom, pois Kim Jeong-eun não teve muita sorte com seus últimos dramas (Hanbando, I Am Legend). E é um tanto preocupante que o roteirista, Choi Soon-sik, insista no tema de “troca de espíritos”, já que sua primeira tentativa, com o drama Come Back, Soon Ae (2006), não foi das mais felizes.

Yeo-ok (Kim Jeong-eun) e Soo-nam (Shin Hyeon-joon, de Gaksital) é um casal em crise. Yeo-ok está mais para “escrava do lar” do que esposa realizada. Ela passa o dia em função da família, composta por filho, marido, sogra e cunhada. Enquanto isso, Soo-nam é gerente de um hotel cinco estrelas, e só pensa no trabalho e (spoiler!) na amante. Yeo-ok vive dizendo ao marido que se ele a tratasse com um décimo da consideração com que trata os hóspedes do hotel, ela ficaria feliz. Mas Soo-nam trata a esposa com enorme desprezo. O motivo para tanta insensibilidade não é explicado nos dois primeiros episódios, ou talvez o cara seja apenas um grande canalha mesmo.


Finalmente Yeo-ok descobre que o marido a está traindo com uma funcionária do hotel, e resolve pedir o divórcio. No dia em que o casal vai ao fórum para assinar a separação, acontece a reviravolta. Como a introdução do drama deixa claro, o destino desse casal é ficar junto, e para que isso aconteça, uma “força mágica superior” irá agir. Eles terão de viver na pele um do outro para recuperarem o amor e o respeito perdidos.

Sim, você tem razão se estiver pensando que a estória da “troca de espíritos” não é nada original. O próprio roteirista de Ooh La La Couple já brincou com a ideia em Come Back, Soon Ae, e Kim Eun-sook (A Gentleman´s Dignity) renovou muito bem o tema tão batido com Secret Garden (2010). Sem contar a mais recente incursão das irmãs Hong, com BIG (um drama que na verdade foi um engodo, já que apenas uma das partes passa pela experiência da troca). Minha versão favorita da fantasia da “troca de espíritos” continua sendo o antigo filme Dating the Enemy (1996), com o ator inglês Guy Pearce.

Meu veredicto para Ooh La La Couple terá de ficar para o terceiro episódio, já que o segundo não foi tão bom quanto eu esperava. Mesmo assim, estou curiosa em como Kim Jeong-eun irá se sair no papel de “homem no corpo de mulher”.


Oo La La Couple (comédia romântica, 2012), KBS TV, segundas e terças-feiras, 16 episódios.

Direção: Jeon Woo-seong, Lee Jugn-seob (Baker King).
Roteiro: Choi Soon-sik

Elenco: Kim Jeong-eun, Shin Hyeon-joon, Han Jae-seok (Merchand Kim Man-deok), Han Chae-ah, Choi Seong-gook, Juni (I Am Legend).

30 de set de 2012

Novidades das Celebridades do Cinema Chinês


Fazia tempo que eu não me atualizava com as novidades dos astros do cinema chinês, especialmente os de Hong Kong. Sem notícias a tempos de um diretor e ator que adoro, Stephen Chow, fui dar uma checada no paradeiro dele e de outros favoritos conterrâneos seus.


O talentoso diretor, ator, mestre do kung fu Stephen Chow assinou contrato de colaboração de sete anos com a ChinaVision Media. Seu primeiro projeto com a companhia (num total de cinco) é o filme Chu Mo Chuan Qi, estrelando Fuuny Shu, Huang Bo e Wen Zhang, e que deve estrear em 2013.


O eternamente lindo Louis Koo se encontra agora mesmo no set de filmagem dos reis do cine de terror, os Pang Brothers. Os irmãos Pang (autores de pérolas como The Eye e Recycle) estão trabalhando em seu novo filme 3D catástrofe, Inferno (Toh Chook Sun Tin).


Além de Louis Koo Tin Lok, fazem parte do elenco Koo Lau Ching Wan, Angelica Lee Sinjie, Goo Jai, Jin Qiaoqiao e Chen Sicheng. Inferno é ambientado em sua maior parte na Tailândia, como já aconteceu em outras produções dos Pang Brothers.


O ator Andy Lau acaba de celebrar 51 anos de idade (27 de setembro). 


E o maior astro do cinema de Hong Kong acaba de fazer uma participação especial no filme Cold War (Hong Jin), co-estrelado por Aaron Kwok e Tony Leung Ka Fai.


A volta da paixão pelo gênero “wu xia”. A bela atriz taiwanesa Shu Qi (The Eye) volta aos cinemas com o filme Assassin (Nip Yun Leung), um projeto que vem sendo planejado faz sete anos pelo diretor Hou Hsiao-Hsien. Fazendo par com Shu Qi, o gatíssimo Chang Chen(The Grandmasters). Ah, e a atriz Shu Qi continua solteira, apesar dos boatos de sua ligação com o colega Stephen Fung.

Enquanto isso, o novo projeto do ator Daniel Wu é o filme Control (Hong Sing Gai) do diretor Kenneth Bi. Ambientado em HK, Control trás no elenco, além de Daniel Wu, a atriz Yao Chen e o ator Simon Yam.


Já o astro Chow Yun Fat (O Tigre e o Dragão) é o famoso general Cao Cao, em mais uma versão da lenda chinesa dos Três Reinos, The Assassins, dirigida por Zhao Linshan, e co-estrelada por Liu Yifei, Qiu Xinzhi, Alec Su e pela japonesa Shizuka Inoh.

E finalmente, é bom fica atento à comédia romântica Lacuna, com Shawn Yue (Initial D) e Zhang Jingchu. O filme se passa num período de 24 horas de encontros e desencontros de um casal na capital chinesa Beijing.
 

27 de set de 2012

Sign (Episódio 17)


Recap (spoilers!)

A promotora Jeong Woo-ji consegue um mandado de busca para o apartamento da jovem Kang Seo-yeon, que nesse meio tempo está caminho do aeroporto para deixar o país, escoltada pelo advogado Jang Min-seok.


No apartamento, o Dr. Yoon Ji-hoon encontra a tão buscada almofada azul, que teria sido usada no assassinato do cantor Seo Yoon-hyung.


Enquanto isso, o Dr. Lee Myeong-han ‘aterroriza’ a Dra. Go Da-kyeong. Primeiro ele a ameaça com demissão, processo, etc, por ela ter roubado uma evidência de um crime de dentro do SNF; em seguida tenta chantageá-la oferecendo um transplante cardíaco para sua irmã doente. Da-kyeong fica claramente tentada a aceitar a proposta do diretor do SNF.


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25 de set de 2012

Confession of Murder (preview)


Grande expectativa para a estreia, em novembro, do novo filme do ator Jeong Jae-yeong. Confession of Murder (na tradução literal, I am the Murderer) é o segundo filme do diretor Jeong Byeong-gil, que volta ao tema de ação, mas desta vez com uma estória fictícia, de sua autoria. Action Boys (2008), o primeiro filme do diretor Jeong, é um documentário sobre dublês que sonham em se tornar atores de filmes de ação.

Em Confession of Murder, Jeong Jae- yeong assume o papel do detetive de polícia Choi Hyung-gu, enquanto que o jovem ator Park Si-hoo (The Princess’ Man) é Lee Du-seok. O detetive Choi investiga uma série de assassinatos brutais que teriam sido cometidos por Lee. Entretanto, após 15 anos o crime prescreve e Lee publica uma autobiografia descrevendo todas as mortes com detalhes macabros. Neste meio tempo, surge outro assassino em série, colocando em dúvida a verdadeira responsabilidade de Lee nos casos anteriores.
 

No trailer do filme, curto, mas empolgante, vemos Jeong Jae-yeong como um policial definitivamente obcecado em capturar o suposto psicopata Park Si-hoo. E Park Si-hoo, por sua vez, com seu rosto angelical, terá de convencer-nos de que pode ser muito malvado. Não sei se as fãs irão gostar de vê-lo como um vilão, mas admiro o ator por aceitar novos desafios em sua carreira.


País: Coréia do Sul
Gênero: Thriller, Policial
Direção e Roteiro: Jeong Byeong-gil
Elenco: Jeong Jae-yeong, Park Si-hoo, Kim Yeong-ae, Choi Won-yeong, Jang Gwang, Kim Min-sang-I.


24 de set de 2012

The Unjust (filme, 2010)


País: Coréia do Sul
Duração: 119 min.
Gênero: Thriller, Policial, Drama

Direção: Ryoo Seung-wan
Roteiro: Park Hoon-jeong-I
Produção: Koo Bon-han, Kim Yoon-ho, Han Jae-duk


Elenco:

Hwang Jeong-min - Choi Cheol-gi
Ryoo Seung-beom - Joo-yang
Yoo Hae-jin - Jang Seok-goo
Ma Dong-seok - Ma Dae-ho
Cheon Ho-jin – Chefe de Polícia Kang
Lee Seong-min – Chefe da Promotoria
Jeong Man-sik - Promotor Assistente (D.A.) Kong
Woo Don-gi - Lee Dong-seok
Kim Su-hyeon - Soo-il
Song Sae-byeok – cunhado de Cheol-gi
Hwang Byeong-kuk – defensor público

Resumo

Um cruel assassino de crianças está à solta, e diante da comoção nacional, até o Presidente se envolve nas investigações. Quando o principal suspeito morre após ser capturado, e o caso fica em aberto, um oficial de polícia resolve criar um assassino. Embora o detetive Choi Cheol-ki tenha realizado um número impressionante de prisões ao longo de sua carreira, isso não se reflete em promoções. Ele foi enquadrado e rebaixado por outro crime e decide que esta é sua última chance de redenção profissional. Assim, Choi faz um acordo com um chefão mafioso e juntos eles armam uma trama para incriminar um homem inocente pelos assassinatos.

Comentário

Até pouco tempo atrás, Ryoo Seung-wan era um garotão que dirigia os filmes que ele gostaria de assistir em casa com os amigos, ou seja, filmes repletos de ação, pancadaria, e uma boa dose de humor irreverente. Filmes como Arahan (2003) e City of Violence (2006) surgiram da mente criativa de Ryoo, um autodidata que começou sua incrível carreira artística escrevendo, dirigindo, coreografando e até mesmo atuando em seus filmes. Suas aparições iniciais como ator na verdade eram um ‘quebra-galho’ para economizar no orçamento minguado de seus filmes e, logo em seguida, surgiu a ideia de convocar seu irmão mais novo como ator – e o talento realmente está no sangue da família, já que Ryoo Seung-beom hoje é um dos nomes mais conhecidos e respeitados do cinema coreano. E nada melhor do que ter um irmão diretor para lhe proporcionar grandes papeis, em grandes filmes, e The Unjust não foge à regra. Só que desta vez, ao invés do herói atrapalhado de Arahan, Ryoo Seung-beom tem nas mãos um personagem muito mais complexo, um jovem promotor ambicioso e extremamente calculista.


A trama do filme se equilibra muito bem entre o romance policial clássico e o drama no estilo “Godfather”. O gatilho inicial, a investigação de uma série de crimes brutais perpetrados por um único indivíduo, se projeta em várias direções e, como cartas fragilmente equilibradas, os personagens vão caindo, um a um. Não são nada empáticos os personagens deste drama, e este é um ponto que poderia tornar o espetáculo pouco atraente, mas não é o caso, pode acreditar. Hwang Jeong-min (como o detetive Choi Cheol-gi) e Ryoo Seung-beom (promotor Joo-yang) têm talento de sobra para dar dimensão de tragédia grega aos seus personagens urbanos.


Um terceiro personagem essencial, com uma presença marcante, às vezes atraente, outras sufocante, é a própria arquitetura da megalópole, filmada com maestria por Ryoo Seung-Wan. The Unjust é um filme que fica impresso na mente do espectador, tanto por sua beleza, como por sua brutalidade extrema. Imperdível!

Embora Ryoo Seung-Wan nunca tenha sido um diretor descuidado, em The Unjust ele tem todos os recursos disponíveis, em termos técnicos e de pessoal, para aprimorar seu talento natural e ele faz muito bom uso deles. Certamente seu melhor filme até o momento, The Unjust reflete toda sua maturidade como cineasta e é bonito ver seu irmão Seung-beom fazendo parte desta evolução. Que eles façam muitos e muitos filmes juntos no futuro.
 

18 de set de 2012

Doppelganger nos Dramas Asiáticos


Atores e atrizes que parecem ter sido separados no nascimento.
Aposto que já te aconteceu ao menos uma vez, de confundir determinado ator ou atriz com outro, ao assistir um filme ou um drama. E eles não precisam ser “gêmeos idênticos” para nos fazer lembrar um do outro, ou pensar “esses dois poderiam interpretar irmãos/irmãs, ou pai e filho/mãe e filha”. Muitas vezes, apenas um sorriso ou certos trejeitos similares podem nos fazer comparar certos atores ou atrizes.

Já se lembrou de algum? Pois veja alguns exemplos que chamaram especialmente minha atenção nos últimos tempos, e veja se concorda ou não com as semelhanças...
O caso mais recente de doppelganger que encontrei foi entre os atores Joo Won e Koide Keisuke.


Um, o ator japonês Koide Keisuke (dir.) nascido em 1984, e visto em dramas como Perfect Report (2010) e Strawberry Night (2012).

O outro, o jovem Joo Won (1987), ator sul coreano que tem tido uma carreira de enorme sucesso em dramas como Bread, Love and Dreams (2010) e Bridal Mask (2012).
Eles não passariam por gêmeos idênticos, mas quando vi Joo Won no primeiro trailer de Bridal Mask (Gaskital) achei que Koide Keisuke estava fazendo uma participação especial em um drama coreano (pena que não foi o caso, rerê!). De qualquer modo, os dois são lindos, ótimos atores, e vale conferir seus trabalhos.


Acho que não é preciso argumentar muito neste segundo exemplo, pois a imagem diz tudo... Son ye-jin (Chilling Romance, April Snow) e Han Ga-in (Architecture 101) passariam tranquilamente por gêmeas idênticas, e ambas nasceram em 1982. O que o mais impressiona é o sorriso das duas, muito natural e semelhante. A única diferença entre as duas é que Han Ga-in tem a sorte de ter conquistado o coração de certo vampiro promotor (suspiros!).
 
 
Por falar em Vampire Prosecutor, Yeon Jeong-hoon (1978) poderia muito bem ser o “hyung” do ator e cantor do grupo JYJ, Park Yoochun (1986). A semelhança entre os dois está mais no sorriso brilhante e espontâneo, nos lábios carnudos, enfim... Não posso evitar me lembrar de um quando vejo o outro. Parecidos ou não, são dois homens incrivelmente charmosos e talentosos. Veja Yoochun em Sungkyungwan Scandal, ou em Rooftop Prince.
 
Outra dupla que já deu um nó na minha cabeça, ao menos uma vez, foram as atrizes Eom Ji-won (1977) e Yoo Jin-seo (1983). Conheci primeiro a atriz Eom Ji-won, pelo drama The Woman Who Still Wants to Marry. Ao assistir A Good Day to Have an Affair, jurei que era ela, mas tratava-se de Yoo Jin-seo, que apesar de seis anos mais jovem que Eom Ji-won, parecia ter mais idade neste filme. As duas também poderiam ser irmãs, ou ao menos primas em primeiro grau. Veja Eom Ji-won no drama policial Sign, e sua "irmã" mais nova Yoo Jin-seo, na comédia romântica Twelve Man in a Year.

Para finalizar, uma dupla clássica: Kimura Takuya e Yoon Sang-hyeon.
"Super-gêmeos, ativar!"
 
Yoon Sang-hyeon, ator e cantor coreano nascido em 1973. É conhecido por dramas como Secret Garden (2010) e Can´t Lose (2011). Esperamos ansiosamente por sua estreia cinematográfica com Tone-deaf Clinic (2012).

Kimura Takuya (1972), nascido em Tóquio, Japão. Ator, cantor, casado e pai de duas meninas, Kimutaku é uma das maiores celebridades do pop japonês.
Talvez a semelhança impressionante com Kimutaku seja o motivo para as japonesas também adorarem o ator Yoon Sang-hyeon (My Fair Lady), que já gravou canções em japonês, além de fazer com frequência turnês e campanhas publicitárias no país vizinho.
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