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19 de jul de 2012

Dramas Japoneses (Julho, 2012)

Para quem ficou ansioso e confuso com a infinidade de estreias deste mês na TV japonesa, indico três dramas em especial:

Dois dramas baseados em mangás (Sprout e Omo ni Naitemasu) e um romance adulto (Rich Man, Poor Woman) parecem promissores, já nos primeiros episódios. A conferir!


Sprout

Baseando na série mangá Bessatsu Friend (de Nanba Atsuko), este drama romântico acompanha com delicadeza e realismo o prazer e a dor do primeiro amor de jovens adolescentes, com belas paisagens litorâneas, e fotografia de sonho. Tudo começa quando os pais da jovem Ikenochi Miku (Morikawa Aoi) transformam sua casa em uma pensão estudantil. Como filha única, a princípio ela se sente incomodada com a presença de estranhos, mas logo é cativada pela presença carismática de Narahashi Sohei (Chinen Yuri).

Sprout: Drama romântico, Japão, NTV, episódios aos sábados.



Omo ni Naitemasu

Um drama que segue o ritmo louco do mangá original em que se baseia, Omoni Naite Imasu (de Higashimura Akiko, 2010).

Konno Izumi (Nanao) é uma espécie de ‘Corcunda de Notre Dame’ às avessas. Em um argumento hilário e ao mesmo tempo absurdo, acompanhamos Izumi, uma jovem que por ser bela demais, não pode sequer sair às ruas sem provocar grandes tragédias. Por isso, ela vive uma vida miserável, tendo como única amiga e protetora Midorikawa Tsune (Kusakari Mayuu). Até que um dia surge Akamatsu Keisuke(Nakamaru Yuichi), um estudante de artes plásticas, que aos poucos consegue conquistar a confiança e a amizade de Izumi e Keisuke. Repleto de referências da cultura pop nipônica, Omo ni Naitemasu talvez seja o drama mais diferenciado entre as últimas estreias, tanto pela irreverência, como pela maravilhosa direção de fotografia. Resumindo em uma só palavra, irresistível.

Omo ni Naitemasu (Mostly Crying): Comédia, Romance,Japão, Fuji TV, sábados.



Rich Man, Poor Woman

Entre os três dramas indicados, Rich Man, Poor Woman é o mais convencional, mas consegue seduzir especialmente pela presença carismática do sexy Oguri Shun.

Oguri Shun é Hyuga Toru, uma espécie de jovem Steve Jobs, um empresário bilionário de sucesso, que conduz uma empresa de IT. Como todo gênio, Hyuga Toru tem suas excentricidades, mas suas maiores fraquezas são de fundo emocional, entre elas ter sido abandonado pela mãe na infância.

Seu mundo perfeitamente controlado é sacudido pela chegada de Sawaki Chihiro (Ishihara Satomi). Chihiro é uma estudante universitária inteligente e esforçada, mas que não vem tendo sorte em arrumar emprego, no mercado super disputado de Tóquio. Hyuga chama Chihiro para ajudar em um projeto importante, com a intenção de descartá-la em seguida, mas a honestidade e dedicação da jovem acabam conquistando o coração do empresário temperamental.

Rich Man, Poor Woman: Drama, Romance, Japão, Fuji TV, segundas-feiras.
 

13 de dez de 2011

Novíssimos Dramas Coreanos (dezembro 2011)

O ano de 2011 chega ao final dando passagem a uma nova leva de dramas coreanos, e embora a essa altura a expectativa seja menor, algumas boas surpresas ainda podem surgir. Façam suas apostas!

Acompanhei os primeiros episódios de três novos dramas: Padam, Padam, Color of Woman e Fermentation Family.



1. Fermentation Family (ou Fermented Family, ou Kimchi Family), uma produção jTBC TV, tem como pano de fundo o tema da gastronomia, retratando uma família que administra um restaurante especializado em kimchi, no interior. O dono do restaurante é Lee Gi-chan (ator Kang Shin-il), um cozinheiro viúvo que tem duas filhas. A mais velha, que mora com ele e ajuda no restaurante, é Lee Woo-joo (Lee Min-yeong), uma jovem simples e extrovertida. A irmã mais nova é Lee Kang-san (Park Jin-hee) que trabalha como sub-chef de um restaurante chique em Seul. Depois de uma briga de família, o pai sai de casa e deixa as duas filhas sozinhas para cuidar dos negócios. Nesse meio tempo, surge um jovem misterioso, Gi Ho-tae (Song Il-gook), que está se escondendo de seu chefe mafioso. Com a ajuda do cozinheiro e antigo amigo da família Jo Mi-nam, e do rebelde (e belo) Gi Ho-tae as garotas vão tentar manter intactas as tradições culinárias da família Lee.

Um drama que eu estava esperando muito para ver, especialmente pela presença de Park Jin-hee (do drama The Woman Who Still Wants to Marry, e do filme Lost and Found) uma atriz maravilhosa, e que sempre está envolvida em produções de qualidade. E tem também o ator Song Il-gook que trabalhou em dramas como Detectives in Trouble (2011), Land of Wind (2008), e Jumong (2006). O primeiro episódio é um tanto irregular, principalmente na edição, mas também na direção (as cenas de luta dos mafiosos destoam muito das demais cenas bucólicas do interior).


Os pontos positivos são o bom elenco e, talvez o mais importante, a boa química entre o casal principal. O segundo episódio já foi bem melhor, muitos segredos do passado do gangster Gi Ho-tae já são revelados, e os personagens parecem se entrosar naturalmente. Aliás, o episódio termina com uma belíssima cena das irmãs Lee cantando juntas. Comovente.


2. Color of Woman (produção Channel A), é uma comédia romântica sobre duas amigas muito diferentes, que acabam trabalhando na mesma empresa de cosméticos. Byeon So-ra (atriz Yoon Soy) é uma jovem completamente ‘geek’, que só pensa nos estudos e é muito azarada no amor. Já a amiga e colega de quarto Wang Jin-joo (Lee Soo-kyeong) é o extremo oposto, mais preocupada com a aparência pessoal e em seduzir todos os homens bonitos que aparecem na sua frente. As duas passam a disputar o interesse do herdeiro da firma de cosméticos, Yoon Joon-soo. Mas o que Wang Jin-joo não sabe, é que a amiga So-ra e o belo Joon-soo tiveram um romance no passado, que deixou muitas cicatrizes para ambos.



Color of Woman é uma comédia divertida, mas satisfaz tanto quanto um algodão doce. É difícil dizer se a estória vai se sustentar, ou não, ao longo dos episódios. A boa surpresa é a presença da atriz Yoon Soy, que teve uma excelente estréia, no ano de 2003, em um de meus filmes coreanos favoritos, Arahan (em DVD no Brail). Já Lee Soo-kyeong (Lawyers of Korea, 2008) me parece estar dando um passo atrás na carreira com esse papel tão insípido de ‘garota sexy e burra’. Vamos torcer para que o personagem tenha chance de evoluir. Vou dar mais uma chance ao drama mais pela presença do charmoso Jae Hee, que vi pela primeira vez no filme Art of Fighting (2005, em DVD no Brasil). O ‘chaebol’ Yoon Joon-soo é um personagem interessante, meio ‘nerd’, e um senso de humor que o torna muito atraente.




3. Padam, Padam... The Sound of His and Her Heartbeats (produção jTBC TV), dos três dramas aqui mencionados, certamente o mais esperado, principalmente pelo elenco estelar encabeçado pelo carismático Jeong Woo-seong. O título longo e empolado do drama (‘padam’ quer dizer ‘bater’ em francês – como em ‘batidas do coração’) faz jus à sua grande produção. Mais uma série da TV a cabo coreana de acabamento impecável, começando pela direção, passando pela belíssima fotografia, e fechando com um roteiro de impacto.


Um melodrama que narra, em forma de fantasia ficcional, a vida de um homem, Yang Kang-chil (Jeong Woo-seong) que cumpre uma longa pena na cadeia por um crime que não cometeu. Ao receber dois dias de liberdade condicional, seu destino tem uma reviravolta ao conhecer a jovem veterinária Jeong Jina. Com a ajuda do colega de cela Lee Gook-soo (Kim Beon), que se proclama ‘anjo da guarda’ Kang-chil partirá em busca de uma segunda chance na vida. Os pontos positivos do drama, como já comentado, estão na qualidade da produção e principalmente na atuação brilhante de Jeong Woo-seong. Mas o que pode afastar, na mesma proporção que atrair muitos espectadores é tom extremamente pesado desse drama. Fiquei com a impressão que Padam, Padam poderia ter rendido um belíssimo filme, mas que talvez, como drama, faça os nossos corações baterem mais do que possam suportar.

9 de out de 2011

Vampire Prosecutor (drama, 2011)


Mais uma produção impecável da TV à cabo da Coréia do Sul, Vampire Prosecutor é uma mistura interessante de suspense e romance policial. Lembra muito a série norte-americana Angel, em que o vampiro bonzinho investiga crimes, só que nesse caso, ao invés de ser um detetive particular, é um agente do governo – com permissão para prender e julgar os malvados.

O drama tem um visual ultra estilizado, e os personagens são claramente inspirados nos mangás japoneses de ação e suspense.  Aliás, a inspiração nos ‘doramas’ japoneses de suspense e fantasia é óbvia (bem como a duração, 12 episódios).

Sinopse

Um promotor de justiça de Seul é um vampiro que usa seus poderes sobrenaturais para resolver os crimes que investiga.

A primeira cena do Episódio 1 (spoilers!)

Tudo começa com uma perseguição automobilística de tirar o fôlego. Vemos dois carros e um caminhão-tanque serpenteando pela rodovia em alta velocidade.  

No último automóvel da fila, o promotor de justiça Min Tae-yeon tenta desesperadamente fazer parar o suspeito que dirige o carro da frente. Esse suspeito persegue friamente o caminhão, pilotado por uma figura misteriosa de capuz negro.

Subitamente o caminhão freia, derrapando e ocupando toda a pista, provocando a batida do carro do suspeito. O carro do promotor capota. O homem encapuzado vai até o suspeito e o esfaqueia. Vemos as presas do assassino crescendo.

O promotor, mesmo ferido, sente-se frustrado por ver o suspeito escapar de suas mãos. O assassino acende um isqueiro e o joga sobre a pista coberta de gasolina. O fogo se espalha. Tae-yeon se aproxima do homem que está morrendo e pergunta “Ele é o verdadeiro culpado, não é?”. Mas o homem não responde e avança sobre Tae-yeon, e vislumbramos seus dentes afiados.


Ainda é cedo para dizer se vale à pena acompanhar esse drama até o fim, pois é muito comum esse tipo de temática (policial, suspense) cair na repetição, e tornar-se maçante. Mas, apostando na qualidade da direção, montagem, e elenco, Vampire Prosecutor tem tudo para ser umas das melhores surpresas do ano na ‘dramaland’ coreana.

Aliás, mesmo que os próximos episódios não venham a ser tão bons, ver Yeon Jung-hoon em ação é um prazer inigualável. O ator renovou completamente o seu visual- emagreceu bastante, cortou o cabelo mais curto, fez um treinamento intenso de artes marciais... Quem o conhece de trabalhos anteriores, como o filme Love in Magic, pode não reconhecê-lo, tal a mudança – para melhor! – que o rapaz sofreu. Como muitos atores coreanos, ele está ficando melhor com a idade. Mas seu sorriso ‘matador’ continua o mesmo.

Yeon Jung-hoon (East of Eden, Daddy-Long-Legs) é o promotor de justiça Min Tae-yeon.


Lee Won-jong  (Scent of a Woman, Gourmet) é Hwang Soon-bum, o policial bonachão, melhor amigo do promotor Tae-yeon.


Lee Young-ah (Bread, Love and Dreams) é Yoo Jung-in, uma promotora novata, impulsiva e meio rebelde, que se une ao recém formado grupo de investigação criminal da cidade.


Produção: E Pictures
Distribuição: OCN TV, domingos, 23 horas.
Duração: 12 episódios

Direção: Kim Byeong-soo (Chosun Police 1, 2)
Roteiro: Yang Jin-ah, Han Jung-hoon, Park Hyung-jin
Direção de Artes Marciais: Lee Hong-pyo
Elenco: Yeon Jung-hoon, Lee Won-jong, Lee Young-ah, Song Min-jeong, Jang Hyeon-seong.

28 de set de 2011

Novos Dramas Coreanos (setembro 2011)


Se o primeiro semestre foi interessante no mundo dos dramas coreanos, a segunda metade do ano também promete fortes emoções.

Sem contar algumas boas séries que já estrearam, como Can´t Lose e Poseidon, o mês de outubro traz ótimas novidades.

Ao menos três dramas chamaram minha atenção, principalmente pelo elenco, e já estão na lista de possíveis favoritos.

1 - Tree With Deep Roots

Títulos: Tree With Deep Roots / Ppurigipeun Namu / Deep-rooted Tree
Gênero: Drama Histórico (Sageuk)
Episódios: 24
Diretor: Jang Tae Yoo
Roteiristas: Kim Young Hyun, Park Sang Yun
Produção: SBS, às quartas e quintas-feiras


Tree With Deep Roots estréia no dia 5 de outubro, substituindo Protect the Boss na grade de programação da SBS. Aliás, foi por causa do atraso nas gravações de TWDR que Protect the Boss ganhou uma extensão de 2 episódios.

Resumo

Um série de assassinatos ocorrem no reino do grande Rei Sejong. Na época, o Rei Sejong estava ocupado criando e compondo ‘Hangul’, o alfabeto coreano, com a ajuda de So Yi. Kang Chae Yoon (ator Jang Hyuk) é o detetive que recebe a incumbência de investigar os crimes.


Elenco

Jang Hyuk, como Kang Chae Yoon
Han Suk Kyu, como Rei Sejong
Song Joong Ki
, como o jovem Rei Sejong
Shin Se Kyung
, como So Yi
Jo Jin Woong
Yoon Je Moon, como Baek Jung
Kim Ki Bum
Yoo Hyun Soo, como Lee Soon Ji
Shim So Hun
Hyun Woo, como Sung Sam Moon
Baek Yoon Shik (cameo)


Site oficial: http://tv.sbs.co.kr/root/

Por que assistir TWDR

Primeiro, porque é estrelado pelo sempre maravilhoso Jang Hyuk. Recém saído do drama Midas, em que interpretava um advogado frio e ambicioso, Jang volta ao drama ‘sageuk’, gênero em que já brilhou anteriormente com Chuno (Slave Hunters), um dos grandes sucessos da TV coreana, e altamente recomendável. O drama é produzido pela empresa que agencia o ator, a Sidus HQ.


Segundo, é a presença luminosa de Song Joong-Ki, jovem ator que já demonstrou seu talento impressionante no drama Sungkyunkwan Scandal.


O roteiro de Tree With Deep Roots é uma adaptação do livro homônimo, do escritor Lee Jung Myung, e estará a cargo do experiente roteirista Kim Young Hyun, autor dos dramas Daejanggeum, e Queen Seon Duk.

Tree With Deep Roots é um thriller histórico baseado na Dinastia Chosun, quando o sábio real foi assassinado apenas sete dias antes do anúncio do novo alfabeto ao povo coreano.


2- A Thousand Days’ Promise

Título alternativo: Forget Me Not
Gênero: Romance, melodrama
Episódios: 20
Diretor: Jung Eul Young (Life’s Beautiful, My Man’s Woman)
Roteirista: Kim Soo Hyun (Life’s Beautiful, Snow Flower)
Rede de TV: SBS, segundas e terças-feiras, 21:55
Estréia: 17 de outubro de 2011


Resumo

O amor de um homem por uma mulher que está lentamente perdendo a memória.


Elenco

Kim Rae Won, como Ji Hyung
Soo Ae
, como Seo Yeon
Lee Sang Woo

Moon Jung Hee
Jung Joon
Yang Han Yeol
Lee Mi Sook
Park Yoo Hwan
Kim Hae Sook
Alex

Por que assistir A Thousand Days’ Promise

Cansada de dramas lacrimosos, depois encarar estórias que exigiram grande investimento emocional, como 49 Days, Scent of a Woman e até mesmo Sign?

Ainda assim, vale dar uma chance para esse drama, especialmente pela escolha do elenco, que inclui o recém saído das forças armadas (e certamente em excelente forma, rerê!) Kim Rae Won, um ator queridíssimo, que brilhou no drama gastronômico Gourmet. Fazendo par romântico com ele, a graciosa Soo Ae, mais lembrada por seu papel no drama romântico 9 ends two out (imperdível!), mas que tem uma carreira sólida na TV e cinema coreanos. E para deixar a coisa ainda melhor, a cereja do topo do bolo, o cantor e dublê de ator Alex (Pasta), gatíssimo e sempre super simpático.


3 - Flower Boy Ramyun Shop

Uma produção do canal de TV a cabo tvN, que tem exibido produções de excelente qualidade, como a recém finalizada I Need Romance.

Flower Boy Ramyun Shop é uma comédia romântica, mais direcionada ao público jovem, estrelando Jung Il-woo (49 Days) e Lee Ki-woo (A Star’s Lover) como uma dupla de lindinhos que trabalha no restaurante que dá nome ao drama.

Jung Il-woo é um ‘chaebol’ de segunda geração que ainda está no ensino médio (aqui o ator interpreta um personagem mais jovem que o ‘anjo’ de 49 Days)

O restaurante de ‘ramyun’ emprega seis belos jovens estudantes, enquanto Lee Ki-woo interpreta o chef da casa.

Lee Chung-ah (Pumpkin Flower Soon-jung) é a sortuda ‘noona’ que gerencia o restaurante, e deve formar um triângulo amoroso com dois dos “flower boys”.


Flower Boy Ramyun Shop terá 16 episódios, e estréia em 31 de outubro de 2011.

6 de set de 2011

Tao Jie (HK, 2011)


Filme: Tao Jie (A Simple Life)

País: China (Hong Kong)
Duração: 118 min.
Direção: Ann Hui
Fotografia: Yu Lik Wai
Roteiro: Susan Chan, Roger Lee

Elenco: Andy Lau, Deanie Ip, Wang Fuli, Qin Hailu.

Andy Lau em Veneza
Tao Jie é o mais novo filme do maior astro de Hong Kong, o ator Andy Lau, que está em Veneza, junto com o resto do elenco e diretora, no mais badalado festival do cinema europeu.

Tao Jie (A Simple Life) está recheado de ‘cameos’ de gente famosa do cinema de HK, como p.ex. os veteranos das artes marciais Tsui Hark e Sammo Hung. Não que esse seja mais um filme de ação da terra do kung fu, muito pelo contrário. Como já sugere o título, A Simple Life é um drama contido e lento, centrado na união entre a empregada Ah Tao (Ip) e Roger (Lau), um produtor de cinema. Ah Tao vem servindo a família de Roger há 60 anos, e quando sua saúde começa a se deteriorar, é a vez do patrão assumir os cuidados com ela.

Baseado em fatos verídicos, o roteiro de Chan e Lee é um olhar agridoce e emotivo sobre as relações interpessoais não ligadas a laços de sangue, mas que tem um significado especial, como o de mãe e filho.

Diretora Ann Hui, atores Deanie Ip, Andy Lau e Qin Hailu em Veneza
A diretora veterana Ann Hui, de filmes como The Swordsman e The Postmodern Life of My Aunt (com o maravilhoso Chow Yun Fat) reúne nessa produção os astros Andy Lau e sua madrinha, na vida real, Deanie Ip.

5 de jul de 2011

Blind (filme, 2011)


Estréia em agosto, o filme sul-coreano Blind, um thriller que trás no papel principal Kim Ha-neul, atriz de dramas como On Air, Road No.1, e filmes (mais recentes) You Pet, Paradise e My Girlfriend is an Agent.

No filme Blind, uma jovem cega é a única testemunha de um crime brutal. A polícia não acredita no seu depoimento, mas o assassino é uma ameaça real à sua vida.

Kim Ha-neul conta que, para preparar-se para desempenhar o papel, experimentou a cegueira através de exibições, visitando escolas especiais, aprendendo a ler Braille, e até mesmo como caminhar com um cão guia.

Veja o trailer: http://bit.ly/aLLEuH

Como curiosidade de cinéfilo, é interessante lembrar-se de outros filmes de temática muito parecida. Dois filmes que vale à pena ver, ou rever:


Um Clarão nas Trevas (Wait Until Dark, 1967)

Audrey Hepburn , uma mulher que ficou cega há pouco tempo, é aterrorizada em sua casa por bandidos que estão atrás de drogas que acreditam estar em posse dela. Roteiro de Robert Carrington, adaptado da peça de Frederic Knott. Direção de Terence Young, e música de Henry Mancini.  Os grandes atores Alan Arkin e Richard Crenna contracenam com a maravilhosa Audrey Hepburn.

Uma Thurman e Andy Garcia
Jennifer Eight (EUA, 1992)

Um filme que não fez sucesso na época de sua estréia, mas que é um dos meus filmes favoritos no gênero de suspense policial. Uma Thurman está ótima (e linda como sempre) no papel de uma mulher cega, conseguindo expressar de forma convincente toda a força e ao mesmo tempo a fragilidade do seu personagem. Até Andy Garcia não está mal no papel de policial neurótico.

Em Jennifer 8, um policial de Los Angeles (Garcia) se muda para uma pequena cidade do interior, e em seguida se vê envolvido na investigação de um assassinato. No caminho da investigação ele conhece uma mulher cega chamada Helen (Thurman) e sente-se atraído por ela. Destaque no elenco para Lance Henriksen (Millenium),e  John Malkovich. A direção e o roteiro estão a cargo de Bruce Robinson.

Leia um comentário muito positivo sobre este filme em: http://bit.ly/iKqAtu

3 de jul de 2011

Scent of a Woman, novo drama coreano

O casal na praia de Okinawa, Japão
Vem aí o drama coreano Scent of a Woman, estrelado pela queridíssima Kim Seon-ah. Que saudades dessa atriz maravilhosa, que não trabalhava na TV desde o drama The City Hall (2009). As filmagens já começaram e o drama deve estreiar na Coréia do Sul no dia 23 de julho.

Scent of a Woman conta a estória de uma agente de turismo que larga o emprego após descobrir que tem uma suposta doença incurável. De férias no Japão, ela procura pelo significado da vida... e encontra o amor.

O par romântico de Kim Seon-ah é o ator Lee Dong-wook, recém saído do serviço militar. O ator confessou que dois anos sem atuar o deixou um tanto inseguro, mas o apoio de todos no set de filmagem do drama o encorajou bastante e ele sente que o trabalho vai ser ótimo.

Direção e roteiro estão a cargo dos mesmos profissionais do drama Doctor Champ, uma série da qual gostei muito, especialmente a direção; quanto ao roteiro, vamos ver se o Sr. No Ji-seol ganhou algo com a experiência, pois em Doctor Champ os personagens femininos são um tanto irritantes. Ao menos dessa vez eles contam com uma atriz de grande carisma, que é Kim Seon-ah.

Scent of a Woman vai ao ar nos finais de semana (sábados e domingos), pela SBS TV.

Drama: Scent of a Woman (South Korea, 2011)
Direção: Park Hyeong-gi (Dr. Champ; Get Karl! Oh Soo Jung)
Roteiro: No Ji-seol (Dr. Champ)
Elenco: Kim Seon-ah, Lee Dong-wook, Eom Gi-joon, Seo Hyo-rim
Produção: SBS TV

9 de abr de 2009

Mother (filme, 2009)

Mother (South Korea, 2009)

"A mother fights against the world to prove the innocence of her son from a false charge of homicide."


Veja o teaser do novo filme do diretor Bong Joon-ho (Memories of Murder, The Host)



Mother (Ma-deo/ South Korea, 2009)
Diretor: Bong Joon-ho
Roteiro: Bong Joon-ho, Park Eun-kyo
Elenco: Kim Hye-ja, Won Bin, Jin Goo, Yoon Je-moon.
Estréia: South Korea, maio de 2009.

20 de mar de 2009

Thirst, de Park Chan-wook

Acaba de ser divulgado o teaser trailer do novo filme do diretor sul coreano Park Chan-wook.

Thirst chega bem em tempo de entrar na onda dos filmes de vampiros no Ocidente (Crepúsculo, Blood: the last vampire).

Song Kang-ho, que já trabalhou com Park em Mr. Vingança, faz o papel de um padre que é transformado num vampiro, e se apaixona por Kim Ok-bin.

É esperar para ver o quanto amadureceu o trabalho de Park, mas ele já esclareceu em entrevistas, que depois da experiência não tão bem sucedida com o romance fofo de I´m a Cyborg, But That´s OK, Thirst é a volta da temática da violência e relações disfuncionais, tão presentes na Trilogia da Vingança.

O primeiro pôster do filme mal chegou, e já foi banido, mas foi o suficiente para despertar a curiosidade dos fãs do diretor coreano.


O filme estréia em Seul no dia 30 de abril.

Em entrevista à CNN, Park mostra o storyboard de Thirst:

16 de jul de 2008

The Divine Weapon (South Korea)


The Divine Weapon / Sin-ji-jeon (South Korea, 2008)

"Choseon, 1448. The King Sae Jong wants to make his land independent with a newly and secretly developed rocket. However, he must fight against those who won't let him succeed to free the people."

With Jeong Jae-young (Silmido, 2003), Ahn Seong-gi and Heo Joon-ho, Han Eun-jeong.

6 de out de 2007

Oxide Pang´s The Detective

Hong Kong Director Oxide Pang´s new thriller The Detective, it´s about a private detective (Tam, played by Aaron Kwok), that is hired by a guy nicknamed Fatty, to find a lady who wanted to kill him. He gives Tam a portrait of the lady without any further details. Tam identifies the lady as Sum, a mahjong player. The detective starts tracking her whereabouts through her mahjong playmates, but is shocked to find each of them murdered every time he is about to be in contact with them. He discovers a half-burned photo at one of the scenes. Tam realises the suspicions behind the deaths and decides that he has to protect the next target of the invisible murderer. The photo is the only clue for Tam to uncover the case.

The Detective (Hong Kong, 2007)

Director:Oxide Pang Chun
Producer:
Oxide Pang Chun, Danny Pang Fat
Cast: Aaron Kwok Fu-Sing, Liu Kai-Chi, Shing Fui-On, Kiki Sheung Tin-Ngor, Lau Siu-Ming, Lai Yiu-Cheung, Elle Choi, Jo Koo, Kenny Wong Tak-Bun

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30 de set de 2007

Tsubaki Sanjuro (Japan)

Remake of Akira Kurosawa's 1962 classic Sanjuro.
Scheduled to release in Japan on December 1st, 2007

Screenplay: Ryuzo Kikushima, Akira Kurosawa, and Hideo Oguni (based on the original novel by Shugoro Yamamoto)

Starring: Yuji Oda (Bayside Shakedown 2), Kenichi Matsuyama (Shindô) , Anne Suzuki (Initial D), Etsushi Toyokawa, Nenji Kobayashi, Morio Kazama, Tamao Nakamura, Tsuyoshi Hayashi, Makoto Fujita, Tokuma Nishioka, Kuranosuke Sasaki, Takuya Nakayama, Ryohei Suzuki, Ichitaro, Kimito Totani, Kazuhito Tomikawa, Yukichi Kobayashi, Eri Murakawa, and Yoshihiro Kasuya.
 
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27 de mai de 2007

Secret Sunshine (filme, 2007)

Secret Sunshine/Miryang (South Korea)

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A Cinema Service release of a Cinema Service presentation, in association with CJ Entertainment, of a Pine House Film production.

Executive producers: Kim In-su, Lee Chang-dong

Director and Writer: Lee Chang-dong (original story by Yi Chong-jin)

With: Jeon Do-yeon, Song Kang-ho, Jo Yeong-jin, Kim Yeong-jae, Seon Jeong-yeob, Song Mi-rim, Kim Mi-hyang, Lee Yun-heui.

Camera (color, widescreen): Jo Yong-gyu
Editor: Kim Hyeon
Music: Christian Basso
Art Director: Shin Jeom-heui
Costumes: Kim Nu-ri & Cha Seon-yeong
Sound (Dolby Digital): Yun Hae-jin, Steve R. Seo
Assistant director: Jeong Seung-gu. R
Running time: 142 min.

“Secret Sunshine,” which opens May 24, asks the fundamental question, "Is life understandable?" Ostensibly a melodrama, it repeatedly asks questions about the nature of human beings. Can human beings understand the truth, other human beings and God? Why is it so hard to find an ultimate answer despite all our efforts?

The answers depend on the audience, though Lee's movie certainly does not seem to have a happy ending. The film follows Jong-chan, played by Song Kang-ho, a confirmed bachelor who owns a car repair shop and falls in love with Shin-ae, played by Jeon Do-yeon. He starts to follow her around. The two could not be more different: Shin-ae moved to the town only because it is the hometown of her dead husband, for whom she still grieves. Jong-chan is an ingratiating snob.

Lee has coaxed great performances from actors including Han Suk-kyu in “Green Fish,” Seol Kyung-gu in “Peppermint Candy” and Moon So-ri in “Oasis.” With Song Kang-ho and Jeon Do-yeon, he once again has two unforgettable leads. Song Kang-ho gives a fine performance, complete with convincing dialect, and Jeon Do-yeon proves her reputation by projecting the whole range from innocence to sensuality and horror.

The supporting cast are excellent. Mostly unknowns, some of them theatre actors from the Ulsan and Daegu region, they were selected through auditions. At the end of the movie, Shin-ae's brother comes to visit and asks about the town. Jong-chan answered in his rough dialect, "Not much different from other places. Milyang is the same as other cities where people live." The movie induces a kind vertigo with a sense of how difficult life is to understand. [http://english.chosun.com/]

Director Lee Chang-dong’s new movie “Secret Sunshine” was screened in competition at the Cannes International Film Festival on Thursday. Lee has been to Cannes before, when his work “Peppermint Candy” was picked for the festival’s Director’s Fortnight screenings. But it was the first time he has been invited to the official competition. In a press conference, Lee said he felt honored to have a work invited and was trying not to care about the decision of the jury. “I don’t like competition, so I tried to avoid competitive occasions even when I was at school.” “Secret Sunshine” also opened in Korea on Thursday.

The movie depicts the pain of the heroine, played by Jeon Do-yeon, who feels betrayed by both life and religion. Lee said the movie is about human beings, not about religion. “I wanted to pose question about the meaning of pain in our life. And I wanted to depict the process to heal the pain. And what about two Korean films are screened in competition this year? the director answered, “Essentially, the creative spirit of filmmakers is important in producing movies, not their nationality.” But he predicted it would encourage Korean filmmakers.

Questions about the movie’s stars were as warm as sunshine. Stéphane Boudsocq from French radio channel Radio RTL showered female lead Jeon Do-yeon with compliments, saying her acting was the most impressive in all the movies he watched in the competition. Jeon said her 10th film gave her new energy, and that was her biggest achievement. Song Kang-ho, who stars opposite her, also praised Jeon’s acting. [http://english.chosun.com/]

Joining the list of top-tier contenders for the Palme d’Or is “Secret Sunshine,” from the South Korean director Lee Chang-dong. Mr. Lee, who turned to filmmaking after a long career as a novelist (and who has also served as his country’s minister of culture), brings a contemplative, literary sensibility to a story that might easily have lent itself to melodrama and sensationalism. It is about a young widow from Seoul who moves with her son to her husband’s hometown, a small city where she knows nobody.

For the first third of its nearly two-and-a-half-hour running time, “Secret Sunshine” feels like a slightly somber fish-out-of-water comedy, until a sudden catastrophe cranks up the psychological intensity, sending the heroine (the remarkable Jeon Do-yeon) into a frenzied, desperate search for some kind of peace. Her pain is almost too much for Mr. Lee’s deliberate style to contain — and there is something incomplete about the film, in spite of its length — but Ms. Jeon’s portrayal of a meek soul in torment is a tour de force. She joins an impressive roster of fierce, fearless actresses gracing the Cannes screen this year. (review by A. O. SCOTT)
[ http://www.nytimes.com/]

"Not a frame is wasted in this 142-minute Korean drama from director Lee Chang-Dong, which begins with a mother and son stranded on the road to Miryang, the Korean town whose Chinese characters translate as the film's title," writes Premiere's Glenn Kenny.

"The first 40 minutes or so comprise fish-out-of-water comedy/drama of the sort that might have Hollywood pursuing remake rights, but an awful tragedy sends the movie and its heroine into another direction altogether."

"Secret Sunshine is not an uber-arty film - like some of the competition's more pretentious standouts - but in its own sharp, sensitive and fully naturalistic mode, it expresses profound human truths in a fully realized way that has been rare at this year's festival," writes Anthony Kaufman at indieWIRE.

"The film features outstanding performances by its two leads: Jeon Do-yeon as the story's central figure and Song Kang-ho, probably Korea's most popular actor at the moment, here playing more of a supporting role," notes Kirk Honeycutt in the Hollywood Reporter.

"The film ends on a neutral note as if Lee were telling a story with no real end. It's a life and at some point the story must stop, but the life continues with the future never entirely certain. This is a considerable achievement: To offer up a mix of movie genres yet make a story come together as a perfectly fitting and comprehensible whole."

"Nothing brings an uproar faster than the topic of religion and Secret Sunshine doesn't hold back in questioning the existence of God or critiquing the role of religion in society," writes luna6 at Lunapark6.

“It's no secret Do-yeon Jeon is a wonderful actress, just reference her performance in “You Are My Sunshine” or “My Mother Is A Mermaid” as proof. Yet, the brevity of pain she was able to express during her descent into darkness in “Secret Sunshine” was something to absolutely marvel at. During the final portions of the movie my hands were literally clenched to the armrests, out of this gripping fear of what she could possibly do next. I was actually praying another tragedy would not occur in her life. Meanwhile, Kang-ho Song seems to get better and better with each movie that he performs in.” ( Via Jon Pais at Twitch.)

"Some fervently admired “Secret Sunshine”, others thought it slow and forced; and you can get those varying opinions from the authors of this journal," write Richard and Mary Corliss for Time. "The big news here is Jeon's performance, which is being touted for the Best Actress prize."

"When the prizes are handed out tomorrow, it's almost inconceivable that Lee Chang-dong's “Secret Sunshine” will not be among the major winners," writes Dennis Lim for IFC News. "The film's secret weapon is its disarming plainness - a transparency that confers a kind of grace and belies an emotional complexity. It's about as limpid and unexploitative a film as you could imagine on the subject of human suffering." http://daily.greencine.com/archives/003821.html

tea house note: I didn´t like this USA review, it has a good share of insensibility, prejudice, and rude spoilers that I had cut off.

By “Sustained throughout its considerable running time by Jeon Do-yeon's finely detailed perf as a young widow starting over in an anonymous South Korean town, "Secret Sunshine" is an ambitious, almost novelistic pic by writer-helmer Lee Chang-dong ("Peppermint Candy") that ultimately fails to dramatize its lead character's conflicts in cinematic terms. Credit amassed by pic's slow-burning beginning and interesting mid-section is dissipated by a long final act in which the air is let out of the bag. Tightening by at least 20 minutes or so would make "Sunshine" a brighter bet for offshore niche release. Lee Shin-ae (Jeon) is a widow in her early 30s who's left Seoul with her young son, Jun (Seon Jeong-yeob), to make a new life in the southern town of Miryang (pic's Korean title, literally meaning "Secret Sunshine"). When her car breaks down on the outskirts, the boss of an auto repair shop, regular guy Kim Jong-chan (Song Kang-ho), comes out to lend a hand. Shin-ae, who gave up a promising future as a concert pianist when she married young, starts up a piano school for kids but immediately finds Miryang is not quite the clean break she'd hoped for. Without overdoing it, script succinctly sketches the town's gossipy substratum beneath the locals' smiles; more direct is the attempt of a local pharmacist to recruit Shin-ae to Jesus after hearing of her "tragedy."

... Jeon's performance really clicks into gear here, as she lets out her accumulated sorrow and frustrations and feels "reborn." In a difficult transition that few other South Korean actresses could have made convincing...However, the result of that meeting sets her on a 180-degree path that puts her at odds not only with the whole Jesus crowd but even tests the devoted Jong-chan. It's here the film starts taking on water, in a long final act that incrementally charts Shin-ae's withdrawal from society but loses dramatic momentum in a succession of basically repetitive sequences. At no point does her plight, detailed from an Olympian height by Lee's script and direction, become truly involving.Jeon's convinced playing -- a trademark of the chameleon actress ("Happy End," "No Blood No Tears") -- keeps "Sunshine" watchable but can't inject real tension and drama on its own. On screen almost the whole time, Jeon carries the pic virtually singlehandedly. Despite being South Korea's hottest actor of the moment, Song ("The Host") basically provides light relief with his bemused Jong-chan, forever accompanying Shin-ae's twists and turns. Character has no background or emotional arc, only behavioral tics. Largely handheld, widescreen lensing by Jo Yong-gyu is fine, whether drawing the anonymous nature of the small town or closely following the performances in invisible style. More music would have been a benefit, though a second visit to the editing table even more so.
[
http://www.variety.com/]
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